<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0"><channel><title>Mini-Cursos: Mini-Cursos Reparo de Centrais</title><link>https://clube.autoluiz.net/articles.html/1_articles/?d=1</link><description>Mini-Cursos: Mini-Cursos Reparo de Centrais</description><language>pt</language><item><title>Multimetro - Aplicado a Linha Automotiva - Parte 1 - Medi&#xE7;&#xF5;es B&#xE1;sicas</title><link>https://clube.autoluiz.net/articles.html/1_articles/multimetro/</link><description><![CDATA[<h5>Duração média Total do curso: 4 h 40 m</h5><h5>Eletricidade é uma forma de energia usada para o funcionamento de muitos componentes do carro.</h5><p>É um fenômeno de certa forma imaginário e abstrato, visto que não pode ser visto ou sentido. É preciso saber como ele circula por um circuito elétrico para poder verificar o funcionamento e localizar possíveis falhas. A grande maioria dos sistemas de veículos utiliza eletricidade para funcionar, direta ou indiretamente, portanto, um conhecimento prático do assunto é essencial para qualquer técnico de reparos.</p><p>O multímetro é um grande aliado para técnicos de reparo em caso de anomalia operacional. Com o <strong>multímetro</strong> , o técnico <strong>pode saber como e quanta eletricidade está fluindo por um circuito.</strong> Por sua vez, o multímetro também permite realizar outros tipos de testes muito importantes para verificar componentes de um circuito elétrico ou ajustar alguns mecanismos.</p><p>Os principais objetivos deste curso são:</p><ul><li><p>Para se familiarizar com os diferentes tipos de multímetros existentes no mercado</p></li><li><p>Para entender as características que um multímetro automotivo deve ter na hora de comprar um</p></li><li><p>Para identificar a categoria de proteção de um multímetro e conhecer sua faixa de medição elétrica</p></li><li><p>Para fazer medições elétricas com o multímetro no modo voltímetro</p></li><li><p>Para fazer medições elétricas com o multímetro no modo ohmímetro</p></li><li><p>Para fazer medições elétricas com o multímetro no modo amperímetro</p></li><li><p>Para saber como operar um alicate amperímetro</p></li><li><p>Para medir frequências com um multímetro</p></li><li><p>Para estudar as diferentes partes de um sinal de pulso e medi-lo com um multímetro</p></li><li><p>Para medir sinais de pulso em milissegundos (ms)</p></li><li><p>Para saber como verificar diodos</p></li><li><p>Para medir temperaturas com uma sonda compatível com o multímetro</p></li><li><p>Para medir a rotação de um motor a gasolina usando uma sonda específica</p></li></ul><h5><br></h5><p><a href="https://clube.autoluiz.net/uploads/monthly_2025_08/image.png.272b158af72761209990ee1ab874c29e.png" class="ipsAttachLink ipsAttachLink_image ipsRichText__align--block" data-fileid="3761" data-fileext="png" rel=""></a></p><p><a href="https://clube.autoluiz.net/uploads/monthly_2025_08/image.png.61a95c5f1f2978a0dc7112ff3bd4d44c.png" class="ipsAttachLink ipsAttachLink_image ipsRichText__align--block" data-fileid="3762" data-fileext="png" rel=""></a></p><p><a href="https://clube.autoluiz.net/uploads/monthly_2025_08/image.png.3a1368e14dd0df821c5a2a690278a6b3.png" class="ipsAttachLink ipsAttachLink_image ipsRichText__align--block" data-fileid="3763" data-fileext="png" rel=""></a></p><p><a href="https://clube.autoluiz.net/uploads/monthly_2025_08/image.png.44fcd72980092e6e1a7fa26bd83a3eac.png" class="ipsAttachLink ipsAttachLink_image ipsRichText__align--block" data-fileid="3764" data-fileext="png" rel=""></a></p><p><a href="https://clube.autoluiz.net/uploads/monthly_2025_08/image.png.5e90f9c4686b46eb6d960dbac87c8427.png" class="ipsAttachLink ipsAttachLink_image ipsRichText__align--block" data-fileid="3765" data-fileext="png" rel=""></a></p>]]></description><guid isPermaLink="false">2</guid><pubDate>Mon, 18 Aug 2025 14:24:35 +0000</pubDate></item><item><title>Multimetro - Aplicado a Linha Automotiva - Parte 2 - Medidas espec&#xED;ficas</title><link>https://clube.autoluiz.net/articles.html/1_articles/multimetro-aplicado-a-linha-automotiva-parte-2-medidas-espec%C3%ADficas-r3/</link><description><![CDATA[<h5>Duração média  Total do curso: 4 h 40 m</h5>]]></description><guid isPermaLink="false">3</guid><pubDate>Mon, 18 Aug 2025 14:57:57 +0000</pubDate></item><item><title>Sensores - O que s&#xE3;o, para que serve, como medir</title><link>https://clube.autoluiz.net/articles.html/1_articles/sensores-o-que-s%C3%A3o-para-que-serve-como-medir-r4/</link><description><![CDATA[<h5>Duração média do curso: 07 h 40 m</h5><p>A indústria automotiva passa por constante desenvolvimento tecnológico para produzir veículos mais seguros, confortáveis e com melhor desempenho. Grande parte dessa evolução hoje se concentra na eletrônica, cuja presença nos veículos está em constante crescimento.</p><p>A interação entre os sistemas mecânicos e a eletrônica é possível graças aos sensores, que são responsáveis por transformar todos os tipos de variáveis físicas em grandezas elétricas, e aos atuadores, que transformam grandezas elétricas em trabalho físico.</p><p>Isso significa que é necessário um entendimento técnico desses elementos para solucionar problemas e repará-los corretamente, bem como aos sistemas dos quais eles fazem parte.</p><p>Os principais objetivos deste curso são:</p><ul><li><p>Aprenda os princípios básicos de operação dos sensores de um veículo.</p></li><li><p>Conheça as principais aplicações dos diferentes tipos de sensores em automóveis.</p></li><li><p>Saiba que as verificações a serem realizadas nos sensores são contempladas.</p><p></p></li></ul>]]></description><guid isPermaLink="false">4</guid><pubDate>Mon, 18 Aug 2025 16:30:35 +0000</pubDate></item><item><title>Atuadores - O que s&#xE3;o, para que serve, como medir</title><link>https://clube.autoluiz.net/articles.html/1_articles/atuadores-o-que-s%C3%A3o-para-que-serve-como-medir-r5/</link><description><![CDATA[<h5>Duração média do curso: 7h 40 m</h5><p>A indústria automotiva passa por constante desenvolvimento tecnológico para produzir veículos mais seguros, confortáveis e com melhor desempenho. Grande parte dessa evolução hoje se concentra na eletrônica, cuja presença nos veículos está em constante crescimento.</p><p>A interação entre os sistemas mecânicos e a eletrônica é possível graças aos sensores, que são responsáveis por transformar todos os tipos de variáveis físicas em grandezas elétricas, e aos atuadores, que transformam grandezas elétricas em trabalho físico.</p><p>Isso significa que é necessário um entendimento técnico desses elementos para solucionar problemas e repará-los corretamente, bem como aos sistemas dos quais eles fazem parte.</p><p>Os principais objetivos deste curso são:</p><ul><li><p>Aprenda os princípios básicos de operação dos atuadores de um veículo.</p></li><li><p>Conheça as principais aplicações dos diferentes tipos de atuadores em automóveis.</p></li><li><p>Conheça as verificações a serem realizadas nos atuadores abrangidos.</p></li><li><p>Que estudam a eletrônica de controle que gerencia os sensores e atuadores.</p></li></ul>]]></description><guid isPermaLink="false">5</guid><pubDate>Mon, 18 Aug 2025 16:36:55 +0000</pubDate></item><item><title>Introdu&#xE7;&#xE3;o &#xE0; eletr&#xF4;nica: 1 - Eletr&#xF4;nica de controle</title><link>https://clube.autoluiz.net/articles.html/1_articles/introdu%C3%A7%C3%A3o-%C3%A0-eletr%C3%B4nica-1-eletr%C3%B4nica-de-controle-r6/</link><description><![CDATA[<h3>Introdução à eletrônica</h3><p>A eletrônica é o ramo da física e da engenharia que estuda e utiliza sistemas cujo funcionamento se baseia na condução e no controle do fluxo de elétrons ou outras partículas eletricamente carregadas. A eletrônica pode ser dividida em dois grupos: <strong>eletrônica analógica</strong> e <strong>eletrônica digital</strong> .</p><h4><strong>Eletrônica analógica</strong></h4><p>Baseia-se no processamento de sinais elétricos analógicos. O termo <strong>analógico</strong> expressa uma presença contínua ao longo do tempo. Aplicado a um sinal elétrico, significa que o sinal é contínuo, mesmo que seus valores de tensão ou corrente mudem. Um exemplo de sinal analógico seria o sinal gerado por um potenciômetro. Este dispositivo gera um sinal linear proporcional à posição de um limpador de para-brisa, cujo valor de tensão nunca será 0.</p><p><img src="https://automotivetrainingacademy.campuseina.com/pluginfile.php/23020/mod_book/chapter/18367/se%C3%B1al-analogica.jpg" alt="Sinal analógico gerado por um potenciômetro" class="ipsRichText__align--block" width="600" height="450" loading="lazy"></p><p>Sinal analógico gerado por um potenciômetro</p><p>Os sinais analógicos assumem um valor instantâneo indefinido que pode ser diferente para cada fração de tempo, reproduzindo assim com precisão a grandeza física da qual se originam.</p><h4><strong>Eletrônica digital</strong></h4><p>Neste caso, a eletrônica digital baseia-se no processamento de sinais digitais. Um sinal <strong>digital</strong> , em vez de ser composto por valores indefinidos para cada fração de tempo, é composto por valores ou estados predefinidos, chamados <strong>níveis lógicos,</strong> em determinados intervalos de tempo. A cada nível lógico são atribuídos os <strong>valores "0" e "1"</strong> (valor binário), permitindo que um sinal elétrico seja convertido em digital ou binário usando um conversor analógico-digital (ADC). Os sinais digitais também podem ser convertidos novamente em sinais analógicos por um conversor digital-analógico (DAC).</p><p><img src="https://automotivetrainingacademy.campuseina.com/pluginfile.php/23020/mod_book/chapter/18367/se%C3%B1al-digital.jpg" alt="Sinal digital convertido usando o sinal de um switch" class="ipsRichText__align--block" width="860" height="450" loading="lazy"></p><p>Sinal digital convertido usando o sinal de um switch</p><p>O uso do termo “digital” começou com o código Morse, que pode ser considerado o primeiro método de transmissão de sinais em formato digital.</p><p>A vantagem de usar sinais digitais em vez de sinais analógicos reside na capacidade de armazenar, processar e transmitir dígitos ou valores com segurança, pois é muito mais difícil que o significado desse sinal seja perturbado por interferência externa. A tensão dos sinais analógicos pode ser perturbada ou modificada por interferência eletromagnética, o que, na verdade, modifica o significado da informação do sinal. Os sinais digitais, por outro lado, conseguem manter o mesmo valor de "0" ou "1" mesmo que o valor real da tensão elétrica varie ligeiramente, mantendo o significado intacto.</p>]]></description><guid isPermaLink="false">6</guid><pubDate>Mon, 18 Aug 2025 18:56:42 +0000</pubDate></item><item><title>Introdu&#xE7;&#xE3;o &#xE0; eletr&#xF4;nica: 2 - Portas l&#xF3;gicas</title><link>https://clube.autoluiz.net/articles.html/1_articles/introdu%C3%A7%C3%A3o-%C3%A0-eletr%C3%B4nica-2-portas-l%C3%B3gicas-r7/</link><description><![CDATA[<h3>Níveis lógicos</h3><p>Em eletrônica, existem apenas dois estados possíveis: verdadeiro ou falso, sim ou não, 1 e 0. Para converter essas informações em impulsos elétricos, cada um desses níveis lógicos ou estados deve receber um valor de tensão elétrica. Isso significa que dois tipos de lógica podem ser aplicados:</p><ul><li><p><strong>Lógica positiva</strong> : nesta lógica, "1" é atribuído a um valor de alta tensão ( <strong>H</strong> igh) enquanto "0" é atribuído a um valor baixo ( <strong>L</strong> ow).</p></li></ul><ul><li><p><strong>Lógica negativa</strong> : neste caso, "1" é igual a um valor de tensão baixo ( <strong>L</strong> ow), enquanto "0" é igual a um valor alto ( <strong>H</strong> igh).</p></li></ul><p><img src="https://automotivetrainingacademy.campuseina.com/pluginfile.php/23023/mod_book/chapter/18376/niveles-logicos.jpg" alt="Atribuição de níveis lógicos em uma lógica positiva" class="ipsRichText__align--block" width="350" height="200" loading="lazy"></p><p>Atribuição de níveis lógicos em uma lógica positiva</p><p>O tipo de lógica utilizada em cada caso dependerá da que melhor se adapta ao projeto do circuito. A representação gráfica dos dois níveis lógicos é a onda quadrada típica, tão frequentemente utilizada em veículos automotores, para comunicação entre unidades, transmissão de informações por determinados sensores e controle de alguns atuadores pela unidade de controle.</p><p><img src="https://automotivetrainingacademy.campuseina.com/pluginfile.php/23023/mod_book/chapter/18376/se%C3%B1al-cuadrada.jpg" alt="Representação gráfica dos dois níveis lógicos" class="ipsRichText__align--block" width="450" height="200" loading="lazy"></p><p>Representação gráfica dos dois níveis lógicos</p><h3>Circuitos lógicos</h3><p><strong>Os circuitos lógicos</strong> surgiram da necessidade de criar CLPs, antes mesmo da eletrônica digital integrada. Uma das primeiras aplicações foi em centrais telefônicas. Eles substituíram relés eletromagnéticos por portas lógicas integradas em um chip, evitando a necessidade de manutenção e reduzindo o espaço necessário.</p><p>Componentes básicos, chamados <strong>portas lógicas,</strong> são utilizados para executar as diferentes funções fundamentais. Essas funções são possíveis graças a <strong>circuitos integrados</strong> e consistem em diferentes entradas, gerando uma única saída. Um de dois estados possíveis é aplicado às diferentes entradas, obtendo-se um estado de saída que depende do tipo de porta utilizada.</p><p>Diferentes estados de saída podem ser obtidos a partir do mesmo estado de entrada se uma porta lógica diferente for usada, com as combinações possíveis de cada porta lógica representadas em uma <strong>tabela verdade</strong> .</p><p><img src="https://automotivetrainingacademy.campuseina.com/pluginfile.php/23023/mod_book/chapter/18376/tabla-de-la-verdad.jpg" alt="Exemplo de tabela verdade de uma porta lógica" class="ipsRichText__align--block" width="450" height="170" loading="lazy"></p><p>Exemplo de tabela verdade de uma porta lógica</p><p>Utilizando portas lógicas, é possível criar circuitos lógicos. Existem dois tipos:</p><ul><li><p><strong>Circuitos combinacionais</strong> : são circuitos onde as saídas dependem exclusivamente dos níveis lógicos de entrada, sendo que estes valores variam em função das portas lógicas que os compõem.</p></li></ul><ul><li><p><strong>Circuitos sequenciais</strong> : são circuitos que não apenas variam suas saídas com base nos valores de entrada, mas também no estado do sistema, que também depende dos valores de entrada anteriores. Isso significa que esses circuitos possuem memória e podem armazenar os valores anteriores.</p></li></ul><h3>Símbolo</h3><p>Dois sistemas diferentes de símbolos são usados para representar portas lógicas. Embora os símbolos tradicionais tenham sido usados por muito tempo e ainda estejam em uso, um novo padrão foi criado em 1984, utilizando <strong>símbolos ANSI</strong> . Como ambos os símbolos são usados para representar portas lógicas, cada porta lógica será mostrada com ambos os símbolos abaixo.</p>]]></description><guid isPermaLink="false">7</guid><pubDate>Mon, 18 Aug 2025 18:58:42 +0000</pubDate></item><item><title>Introdu&#xE7;&#xE3;o &#xE0; eletr&#xF4;nica: 3 - Unidade de controle ECU</title><link>https://clube.autoluiz.net/articles.html/1_articles/introdu%C3%A7%C3%A3o-%C3%A0-eletr%C3%B4nica-3-unidade-de-controle-ecu-r8/</link><description><![CDATA[<p>Circuitos digitais são usados para criar dispositivos que permitem automatizar um ou mais processos, chamados <strong>controladores</strong> . Esses controladores são compostos por diferentes circuitos lógicos, que muitas vezes requerem muitos componentes usados para uma única aplicação, dando origem ao que é conhecido como <strong>lógica com fio</strong> .</p><p>Com o advento dos <strong>microprocessadores</strong> , tornou-se possível ter um grande número de circuitos em um único componente, sem a necessidade de modificar nenhuma das conexões internas, graças à programação adequada. Esse tipo de trabalho é chamado de <strong>lógica programada</strong> e é atualmente utilizado em quase todos os dispositivos eletrônicos, incluindo as <strong>unidades de controle</strong> dos veículos.</p><h3>Microprocessador</h3><p>Trata-se de um circuito de integração em larga escala (LSI) composto por outros circuitos mais simples inseridos em um único circuito integrado. Todos esses componentes são conhecidos como <strong>hardware</strong> do microprocessador . Para executar as diferentes funções sem modificar esse hardware, uma série de instruções que o microprocessador obedece são programadas. Esses comandos constituem a linguagem usada para se comunicar com o microprocessador, chamada de <strong>software</strong> .</p><p><img src="https://automotivetrainingacademy.campuseina.com/pluginfile.php/23026/mod_book/chapter/18388/microprocesadores.jpg" alt="Exemplo de diferentes microprocessadores" class="ipsRichText__align--block" width="860" height="425" loading="lazy"></p><p>Exemplo de diferentes microprocessadores</p><p>Um microprocessador é composto por diferentes elementos que lhe permitem funcionar. Esses elementos são:</p><h4><strong>Unidade lógica aritmética (ULA)</strong></h4><p>Este é composto por diferentes circuitos combinacionais e é responsável por realizar operações aritméticas e lógicas (comparações). Ele recebe dados da unidade de controle indicando a operação a ser realizada. Após a operação ser realizada, eles são armazenados em um registrador. As linhas de controle (bits) determinam a operação a ser realizada; quanto mais linhas ele puder receber, mais funções terá.</p><p>Várias ALUs especializadas em diferentes operações complexas são frequentemente instaladas, às vezes chamadas de <em>coprocessador matemático</em> .</p><h4><strong>Registros</strong></h4><p>Eles armazenam os resultados da execução das instruções e possibilitam carregar ou armazenar dados de uma memória externa. Quanto mais bits um registrador puder armazenar, maior será a capacidade e a velocidade de execução do processador. Quando um microprocessador é de 4, 8, 16, 32 ou 64 bits, isso se refere ao tamanho de seus registradores.</p><h4><strong>Unidade de controle</strong></h4><p>A unidade de controle é responsável pelo controle e execução de todas as operações, como recuperar instruções da memória, decodificá-las e interpretá-las ou executá-las. Para realizar essas funções, a unidade é composta pelos seguintes dispositivos:</p><ul><li><p><strong>Contador de programa</strong> : Contém o endereço da próxima instrução a ser executada e permite a leitura sequencial da memória.</p></li></ul><ul><li><p><strong>Registro de instruções</strong> : Memoriza a instrução que será executada naquele momento, aguardando que ela seja decodificada, preparada e executada.</p></li></ul><ul><li><p><strong>Decodificador</strong> : Interpreta o código da instrução e envia os comandos pertinentes aos demais dispositivos para executá-los.</p></li></ul><ul><li><p><strong>Sequenciador</strong> : Gera os comandos para executar todas as instruções do registrador passo a passo.</p></li></ul><p><img src="https://automotivetrainingacademy.campuseina.com/pluginfile.php/23026/mod_book/chapter/18388/constitucion-unidad.jpg" alt="Composição básica da unidade de controle" class="ipsRichText__align--block" width="600" height="400" loading="lazy"></p><p>Composição básica da unidade de controle</p><h4><strong>Relógio</strong></h4><p>Composto por um oscilador de cristal, permite gerar um sinal de sincronização. Este sinal é usado para coordenar todas as atividades e funções do microprocessador. Com o tempo, a velocidade do clock aumentou, o que significa que mais instruções por segundo (GHz) podem ser executadas.</p><p><img src="https://automotivetrainingacademy.campuseina.com/pluginfile.php/23026/mod_book/chapter/18388/constitucion-procesador.jpg" alt="Composição básica de um microprocessador" class="ipsRichText__align--block" width="600" height="375" loading="lazy"></p><p>Composição básica de um microprocessador</p><p>O microprocessador desempenha a função de controle do processo. É frequentemente chamado de <strong>CPU</strong> (Unidade Central de Processamento) e, juntamente com outros <strong>controladores programáveis</strong> , possibilita a criação de dispositivos eletrônicos complexos, como computadores.</p>]]></description><guid isPermaLink="false">8</guid><pubDate>Mon, 18 Aug 2025 19:00:42 +0000</pubDate></item><item><title>Introdu&#xE7;&#xE3;o &#xE0; eletr&#xF4;nica: 4 - Corrente, Resist&#xEA;ncia, Tens&#xE3;o e outros</title><link>https://clube.autoluiz.net/articles.html/1_articles/introdu%C3%A7%C3%A3o-%C3%A0-eletr%C3%B4nica-4-corrente-resist%C3%AAncia-tens%C3%A3o-e-outros-r9/</link><description><![CDATA[<h2>1. Tabela de Símbolos e Grandezas da Eletricidade</h2><div class="ipsRichText__table-wrapper"><table style="min-width: 60px"><colgroup><col style="min-width:20px;"><col style="min-width:20px;"><col style="min-width:20px;"></colgroup><tbody><tr><th colspan="1" rowspan="1"><p>Grandeza</p></th><th colspan="1" rowspan="1"><p>Símbolo</p></th><th colspan="1" rowspan="1"><p>Unidade</p></th></tr><tr><td colspan="1" rowspan="1"><p>Corrente elétrica</p></td><td colspan="1" rowspan="1"><p><strong>I</strong></p></td><td colspan="1" rowspan="1"><p>Ampère (A)</p></td></tr><tr><td colspan="1" rowspan="1"><p>Tensão elétrica</p></td><td colspan="1" rowspan="1"><p><strong>V</strong></p></td><td colspan="1" rowspan="1"><p>Volt (V)</p></td></tr><tr><td colspan="1" rowspan="1"><p>Resistência elétrica</p></td><td colspan="1" rowspan="1"><p><strong>R</strong></p></td><td colspan="1" rowspan="1"><p>Ohm (Ω)</p></td></tr><tr><td colspan="1" rowspan="1"><p>Potência elétrica</p></td><td colspan="1" rowspan="1"><p><strong>P</strong></p></td><td colspan="1" rowspan="1"><p>Watt (W)</p></td></tr><tr><td colspan="1" rowspan="1"><p>Capacitância</p></td><td colspan="1" rowspan="1"><p><strong>C</strong></p></td><td colspan="1" rowspan="1"><p>Farad (F)</p></td></tr><tr><td colspan="1" rowspan="1"><p>Indutância</p></td><td colspan="1" rowspan="1"><p><strong>L</strong></p></td><td colspan="1" rowspan="1"><p>Henry (H)</p></td></tr><tr><td colspan="1" rowspan="1"><p>Frequência</p></td><td colspan="1" rowspan="1"><p><strong>f</strong></p></td><td colspan="1" rowspan="1"><p>Hertz (Hz)</p></td></tr></tbody></table></div>]]></description><guid isPermaLink="false">9</guid><pubDate>Mon, 18 Aug 2025 19:44:06 +0000</pubDate></item><item><title>Introdu&#xE7;&#xE3;o &#xE0; eletr&#xF4;nica: 5 - Conceitos Eletr&#xF4;nicos</title><link>https://clube.autoluiz.net/articles.html/1_articles/introdu%C3%A7%C3%A3o-%C3%A0-eletr%C3%B4nica-5-conceitos-eletr%C3%B4nicos-r10/</link><description><![CDATA[<h2>Resistores fixos</h2><p>Podemos dividir os componentes eletrônicos em dois grandes grupos: componentes ativos e componentes passivos. Os resistores pertencem ao grupo de componentes passivos, juntamente com outros, como capacitores, bobinas e indutores.</p><p>Como vimos nas seções anteriores, os resistores são representados com alguns dos símbolos na imagem a seguir.</p><p><img src="https://automotivetrainingacademy.campuseina.com/pluginfile.php/23140/mod_book/chapter/18493/Resistor%20symbols.jpg" alt="Símbolos de resistores" class="ipsRichText__align--block" width="794" height="100" loading="lazy"></p><p>Os resistores são numerosos em circuitos eletrônicos e sua principal função é causar quedas de tensão em determinadas seções com o objetivo de reduzir a corrente que circula por aquela seção.</p><p><img src="https://automotivetrainingacademy.campuseina.com/pluginfile.php/23140/mod_book/chapter/18493/Electronic%20circuit.jpg" alt="Circuito eletrônico" class="ipsRichText__align--block" width="800" height="320" loading="lazy"></p><p>Resistores fixos têm um valor ôhmico que não pode ser alterado e podem ser de dois tipos: <em>carbono</em> e <em>metal</em> .</p><p><strong>Resistores de carbono</strong> possuem uma base cilíndrica de material vitrocerâmico com uma camada de carbono depositada em sua superfície. Possuem diversas aplicações em eletrônica devido ao seu desempenho e baixo índice de ruído.</p><p><img src="https://automotivetrainingacademy.campuseina.com/pluginfile.php/23140/mod_book/chapter/18493/Carbon%20resistors.jpg" alt="Resistores de carbono" class="ipsRichText__align--block" width="511" height="123" loading="lazy"></p><p><strong>Resistores metálicos</strong> são fabricados em metal, óxido metálico ou ligas metálicas. Existem três tipos: camada metálica, filme metálico e fio enrolado.</p><p><img src="https://automotivetrainingacademy.campuseina.com/pluginfile.php/23140/mod_book/chapter/18493/Resistors.jpg" alt="Resistores" class="ipsRichText__align--block" width="883" height="229" loading="lazy"></p><h4><strong>Características técnicas gerais</strong></h4><p>Cada um desses resistores possui uma série de características técnicas que os definem. São elas:</p><p><strong>Resistência nominal:</strong> é o valor teórico que se espera que o resistor tenha após a conclusão do processo de fabricação.</p><p><strong>Tolerância:</strong> Esta informação nos diz em que porcentagem o valor da resistência pode variar (para cima ou para baixo) em relação ao seu valor nominal.</p><p><strong>Potência nominal:</strong> é a potência em watts (W) que o componente pode dissipar continuamente sem deterioração. O tamanho do resistor é diretamente proporcional a esse valor de potência.</p><p>Tanto a resistência quanto a tolerância são indicadas por um código de cores lido da esquerda para a direita. Esse código de cores é exibido no corpo do resistor por meio de faixas, cada uma correspondendo a um valor numérico determinado pelo código de cores do resistor.</p><p>Os resistores geralmente têm três códigos de cores juntos e um separado (veja a imagem). As três faixas juntas representam o valor ôhmico e a faixa separada indica a tolerância.</p><p><img src="https://automotivetrainingacademy.campuseina.com/pluginfile.php/23140/mod_book/chapter/18493/Colour%20code.jpg" alt="Código de cores" class="ipsRichText__align--block" width="722" height="541" loading="lazy"></p><h5>Exemplo</h5><p>Qual é o valor do resistor na figura e sua tolerância?</p><p><img src="https://automotivetrainingacademy.campuseina.com/pluginfile.php/23140/mod_book/chapter/18493/Resistor.jpg" alt="Resistor" class="ipsRichText__align--block" width="336" height="101" loading="lazy"></p><p>Abaixo estão alguns exercícios que permitirão que você se familiarize com o uso e a interpretação da tabela e dos códigos de cores.</p><h5>Exercício 1</h5><p>Determine o valor do resistor e da tolerância na imagem a seguir:</p><p><img src="https://automotivetrainingacademy.campuseina.com/pluginfile.php/23140/mod_book/chapter/18493/Example%202.jpg" alt="Exemplo 2" class="ipsRichText__align--block" width="336" height="101" loading="lazy"></p><h5>Exercício 2</h5><p>Determine o valor do resistor e da tolerância na imagem a seguir:</p><p><img src="https://automotivetrainingacademy.campuseina.com/pluginfile.php/23140/mod_book/chapter/18493/Example%203%20%281%29.jpg" alt="Exemplo 3" class="ipsRichText__align--block" width="336" height="101" loading="lazy"></p><h5>Exercício 3</h5><p>Determine o valor do resistor e da tolerância na imagem a seguir:</p><p><img src="https://automotivetrainingacademy.campuseina.com/pluginfile.php/23140/mod_book/chapter/18493/Example%202%20%281%29.jpg" alt="Exemplo 2" class="ipsRichText__align--block" width="336" height="101" loading="lazy"></p>]]></description><guid isPermaLink="false">10</guid><pubDate>Thu, 21 Aug 2025 17:01:44 +0000</pubDate></item><item><title>Introdu&#xE7;&#xE3;o &#xE0; eletr&#xF4;nica: 6 - Conceitos de eletromagnetismo</title><link>https://clube.autoluiz.net/articles.html/1_articles/introdu%C3%A7%C3%A3o-%C3%A0-eletr%C3%B4nica-6-conceitos-de-eletromagnetismo-r11/</link><description><![CDATA[<h2>Ímãs</h2><p>Um ímã é qualquer corpo capaz de atrair ferro e seus derivados. Existem dois tipos de ímã:</p><ul><li><p>Ímãs naturais</p></li><li><p>Ímãs artificiais</p></li></ul><p><strong>Ímãs naturais:</strong> Existem materiais na natureza (como a magnetita) que têm a propriedade de atrair materiais com alto teor de ferro. Os minerais que possuem essa propriedade são chamados de ímãs permanentes ou naturais.</p><p><strong>Ímãs artificiais:</strong> São materiais de aço ou ferro que adquiriram a propriedade magnética por meios externos, seja por atrito com um ímã, por simples influência ou pela ação de uma corrente elétrica (eletroímã). Podem ser de dois tipos: temporários ou permanentes.</p><p><em>Ímãs temporários</em> são aqueles cuja propriedade magnética desaparece quando a causa magnetizante externa desaparece. Todos os ímãs feitos de ferro são ímãs temporários.</p><p><em>Ímãs permanentes</em> são aqueles cuja propriedade magnética permanece mesmo após o desaparecimento da ação magnetizante externa. Todos os ímãs feitos de aço são ímãs permanentes.</p><p>Se colocarmos um ímã em um cartão e polvilharmos limalha de ferro sobre ele, veremos como, quando agitadas, elas tendem a se organizar na forma mostrada na figura a seguir. Isso mostra que a propriedade magnética está localizada nas extremidades da barra. Cada uma das extremidades é conhecida como polos magnéticos (polo norte e polo sul).</p><p><img src="https://automotivetrainingacademy.campuseina.com/pluginfile.php/23173/mod_book/chapter/18541/Magnetic%20field%20and%20lines%20of%20force.jpg" alt="Campo magnético e linhas de força" class="ipsRichText__align--block" width="600" height="399" loading="lazy"></p><p>Polos, linha neutra (A) e eixo (B) de um ímã.</p><p>Como pode ser visto na imagem acima, a <strong>linha neutra</strong> é a área que separa o polo norte do polo sul, e as propriedades magnéticas do ímã não são perceptíveis nessa área.</p><p>As linhas de força do campo deixam o ímã a partir do polo norte e retornam externamente ao polo sul. As linhas vão do polo sul ao polo norte dentro do ímã. Esse caminho percorrido pelas linhas de força é conhecido como <em>circuito magnético</em> .</p><p>Uma característica particular dos ímãs é a capacidade de transmitir suas propriedades a outros metais. Por exemplo, se aproximarmos uma barra de ferro de um ímã, a barra adquirirá propriedades magnéticas que desaparecerão quando o ímã for removido. Por outro lado, se fizermos o mesmo com uma barra de aço, suas propriedades magnéticas não desaparecerão quando o ímã for removido.</p><p><strong>Campo magnético</strong></p><p>O nome campo magnético de um ímã é dado à porção do espaço na qual os efeitos magnéticos daquele ímã são detectáveis.</p><p>Para auxiliar o estudo deste campo, assume-se teoricamente que as <em>linhas de força</em> vêm de um ou outro polo do ímã. Essas linhas de força têm propriedades relacionadas à direção, sentido e intensidade. Essas linhas são representadas na figura a seguir, que, como você pode ver, são muito mais densas nas extremidades do ímã e se afinam em direção ao centro.</p><p><img src="https://automotivetrainingacademy.campuseina.com/pluginfile.php/23173/mod_book/chapter/18541/The%20lines%20of%20force%20of%20a%20magnets%20magnetic%20field.jpg" alt="As linhas de força do campo magnético de um ímã" class="ipsRichText__align--block" width="437" height="297" loading="lazy"></p><p>As linhas de força do campo magnético de um ímã</p><p>Se pegarmos dois ímãs diferentes e tentarmos atrair a mesma barra de ferro, podemos ver como cada um deles atrai essa barra a distâncias diferentes. Isso ocorre porque a força de atração que cada um exerce é diferente. Ou seja, a intensidade do campo magnético de cada um dos ímãs é diferente. A <em>intensidade do campo magnético</em> em um ponto do campo é entendida como a força exercida por ele sobre uma massa magnética de valor igual à unidade localizada naquele ponto.</p><p><strong>Unidade de campo magnético</strong></p><p>A unidade do campo magnético no SI é o <strong>tesla</strong> (T), que representa a intensidade que um campo magnético deve ter para que uma carga de 1 C, movendo-se dentro dele a uma velocidade de 1 m/s perpendicularmente à direção do campo, experimente uma força magnética de 1 newton.</p><p>Embora não seja uma unidade do SI, o gauss (G) é normalmente usado como unidade de medida do campo magnético.</p><h5>Ações mútuas entre ímãs</h5><p>Se pegarmos dois ímãs e aproximarmos o polo N de um deles do polo N do outro, podemos ver que há uma força de repulsão entre eles que os afasta.</p><p><img src="https://automotivetrainingacademy.campuseina.com/pluginfile.php/23173/mod_book/chapter/18541/Repulsion%20force%20between%20magnets%20brought%20together.jpg" alt="Força de repulsão entre ímãs reunidos" class="ipsRichText__align--block" width="640" height="116" loading="lazy"></p><p>Da mesma forma, se pegarmos dois ímãs e aproximarmos o polo S de um do polo S do outro, podemos ver que há uma força de repulsão entre eles que os afasta.</p><p><img src="https://automotivetrainingacademy.campuseina.com/pluginfile.php/23173/mod_book/chapter/18541/%20Repulsion%20force%20between%20magnets%20brought%20together%20%281%29.jpg" alt="Força de repulsão entre ímãs reunidos" class="ipsRichText__align--block" width="640" height="142" loading="lazy"></p><p>Por outro lado, se aproximarmos o polo N de um deles do polo S do outro, podemos ver que há uma força de atração entre eles que os puxa fortemente um para o outro.</p><p><img src="https://automotivetrainingacademy.campuseina.com/pluginfile.php/23173/mod_book/chapter/18541/Attraction%20force%20between%20magnets%20brought%20together.jpg" alt="Força de atração entre ímãs reunidos" class="ipsRichText__align--block" width="640" height="114" loading="lazy"></p><p>Com base nos experimentos que acabamos de descrever, podemos estabelecer a lei de atração e repulsão que governa as ações mútuas entre ímãs, e a lei de Coulomb, a partir da qual a força de repulsão pode ser determinada entre dois ímãs com polos iguais voltados um para o outro.</p><p><strong>Lei da atração e repulsão</strong></p><p>Os polos iguais de dois ímãs se repelem, enquanto os polos opostos se atraem.</p><p><strong>Lei de Coulomb</strong></p><p>Quando polos iguais de dois ímãs são aproximados, a força de repulsão criada é diretamente proporcional às intensidades de seus campos magnéticos (q <sub>1</sub> e q <sub>2</sub> ) e inversamente proporcional ao quadrado da distância (r) entre eles.</p><p><br></p>]]></description><guid isPermaLink="false">11</guid><pubDate>Thu, 21 Aug 2025 17:09:41 +0000</pubDate></item><item><title>Introdu&#xE7;&#xE3;o &#xE0; eletr&#xF4;nica: 7 - Componentes b&#xE1;sicos de um circuito el&#xE9;trico</title><link>https://clube.autoluiz.net/articles.html/1_articles/introdu%C3%A7%C3%A3o-%C3%A0-eletr%C3%B4nica-7-componentes-b%C3%A1sicos-de-um-circuito-el%C3%A9trico-r12/</link><description><![CDATA[<p>Como já estudamos e de acordo com a teoria eletrônica, o fluxo de corrente sempre ocorre de uma carga negativa (-) para uma carga positiva (+). Assim, se um condutor for conectado entre os terminais de uma fonte de energia, a corrente fluirá do terminal (-) para o terminal (+). Essa concepção de fluxo de corrente é chamada de “ <strong><em>Fluxo de corrente real</em></strong> ” (veja a figura a seguir).</p><p><img src="https://automotivetrainingacademy.campuseina.com/pluginfile.php/23197/mod_book/chapter/18568/Real%20current%20direction.jpg" alt="Direção real da corrente" class="ipsRichText__align--block" width="709" height="468" loading="lazy"></p><p>Fluxo de corrente real</p><p>Antes da teoria elétrica sobre o assunto ser concebida, acreditava-se que havia algo em um condutor que se movia de uma carga positiva (+) para uma carga negativa (-). Essa concepção de fluxo de corrente é chamada de “ <strong><em>fluxo de corrente convencional</em></strong> ” (veja a figura a seguir).</p><p><img src="https://automotivetrainingacademy.campuseina.com/pluginfile.php/23197/mod_book/chapter/18568/Conventional%20current%20direction.jpg" alt="Direção de corrente convencional" class="ipsRichText__align--block" width="736" height="468" loading="lazy"></p><p>Fluxo de corrente convencional</p><p>Para dar clareza e ajudar na compreensão do funcionamento teórico de certos componentes elétricos e eletrônicos, como bobinas, capacitores e elementos semicondutores em geral, consideraremos o <strong>fluxo de corrente real</strong> .</p><p>No que se refere à representação gráfica dos diversos circuitos elétricos auxiliares e à aplicação de componentes elétricos e eletrônicos básicos, será considerado  <strong>o fluxo de corrente convencional .</strong></p><h5>Elementos básicos do circuito</h5><p>Para que o fluxo de corrente possa ser estabelecido em um condutor, é necessário definir um caminho e seus componentes. O arranjo destes é conhecido como circuito elétrico.</p><p>Um circuito elétrico básico é composto pelos seguintes componentes:</p><ul><li><p>Fonte de energia <em>(bateria, célula, alternador, fonte de alimentação, etc.)</em></p></li><li><p>Fiação</p></li><li><p>Elementos de proteção <em>(Fusíveis)</em></p></li><li><p>Receptores e cargas <em>(Lâmpadas, motores, etc.)</em></p></li><li><p>Elementos de controle <em>(interruptores, botões, interruptores multi-throw e relés de controle)</em></p></li><li><p>Terrenos</p></li></ul><p><img src="https://automotivetrainingacademy.campuseina.com/pluginfile.php/23197/mod_book/chapter/18568/Basic%20electrical%20circuit%20%281%29.jpg" alt="Circuito elétrico básico" class="ipsRichText__align--block" width="780" height="454" loading="lazy"></p><p>Cada um desses componentes será analisado nas seções seguintes.</p>]]></description><guid isPermaLink="false">12</guid><pubDate>Thu, 21 Aug 2025 17:13:55 +0000</pubDate></item><item><title>Introdu&#xE7;&#xE3;o ao Oscilosc&#xF3;pio</title><link>https://clube.autoluiz.net/articles.html/1_articles/introdu%C3%A7%C3%A3o-ao-oscilosc%C3%B3pio-r13/</link><description><![CDATA[<p>Há algumas décadas, os sistemas eletrônicos dos veículos vêm aumentando em número e sofisticação. Há também uma crescente interdependência entre esses sistemas por meio das redes de multiplexação que permitem a comunicação entre as unidades de controle.</p><p>Isto significa que a verificação e diagnóstico destes tipos de sistemas requerem equipamentos especiais para a medição dos seus sinais, e para isso o osciloscópio é essencial.</p><p>Este curso foi desenvolvido para fornecer ao profissional de reparação de automóveis todo o conhecimento necessário para operar este tipo de equipamento de forma eficaz.</p><p></p><p>Os principais objetivos deste curso são:</p><ul><li><p>Para saber mais sobre os vários tipos de osciloscópio e suas características</p></li><li><p>Para poder ajustar a escala e o alcance dos sinais no osciloscópio</p></li><li><p>Para interpretar os oscilogramas gerados por diferentes circuitos</p></li><li><p>Para fornecer um diagnóstico com base nas informações fornecidas por este equipamento</p></li></ul><h5></h5><h5>Duração média do curso: 5 h </h5><p><br></p>]]></description><guid isPermaLink="false">13</guid><pubDate>Thu, 21 Aug 2025 17:20:20 +0000</pubDate></item><item><title>Introdu&#xE7;&#xE3;o ao Oscilosc&#xF3;pio - Sensores</title><link>https://clube.autoluiz.net/articles.html/1_articles/introdu%C3%A7%C3%A3o-ao-oscilosc%C3%B3pio-sensores-r14/</link><description><![CDATA[<h2><strong>Verificações em sensores</strong></h2><p><strong>FONTES DE INFORMAÇÃO</strong></p><p>Sensores são os componentes usados para capturar qualquer valor físico, químico ou biológico e convertê-lo em um sinal elétrico para uma unidade eletrônica analisar e preparar uma estratégia para controlar os vários atuadores do sistema.</p><p>Os sensores emitem sinais analógicos ou digitais. Um sinal analógico possui muitos valores de tensão ao longo do tempo, enquanto um sinal digital possui apenas dois valores de tensão.</p><p><a rel="external nofollow" href="https://automotivetrainingacademy.campuseina.com/pluginfile.php/23386/mod_book/chapter/18760/7_1.jpg"><u><img src="https://automotivetrainingacademy.campuseina.com/pluginfile.php/23386/mod_book/chapter/18760/7_1.jpg" alt="7_1" class="ipsRichText__align--block ipsRichText__align--width-custom" style="--i-media-width: 1019px" width="640" height="474" loading="lazy"></u></a></p><p>Para verificar um sensor, juntamente com o tipo de sinal que ele emite, é preciso conhecer os valores que ele converte, para isso eles podem ser classificados como:</p><p>Para verificar um sensor, juntamente com o tipo de sinal que ele emite, é preciso conhecer os valores que ele converte, para isso eles podem ser classificados como:</p><p></p><ul><li><p><strong>Magnéticos</strong> . Eles variam seu sinal dependendo de um campo magnético, estes podem ser indutivos, efeito Hall ou magnetoresistivos.</p></li><li><p><strong>Termoelétricos</strong> . Variam seu sinal com as mudanças de temperatura. Geralmente são usados como sensores de temperatura ou de fluxo de ar em massa.</p></li><li><p><strong>Por condutividade elétrica</strong> . Permitem diferentes tensões de passo dependendo das condições de operação. Incluem sensores lambda, potenciômetros, etc.</p></li><li><p><strong>Piezoelétricos</strong> . Variam sua voltagem em reação às forças mecânicas aplicadas. Este grupo inclui sensores de detonação e alguns sensores de pressão, entre outros.</p></li><li><p><strong>Por ultrassom</strong> . Utilizam sons de alta frequência que se propagam pelo ar. Neste grupo estão os sensores de alarme do monitor interno, sensores de estacionamento, etc.</p></li><li><p><strong>Fotoelétricos</strong> . Variam seu nível de voltagem dependendo da incidência de luz. Este grupo inclui sensores de luz, chuva, etc.</p></li><li><p><strong>Radiofrequência</strong> . Eles reagem a ondas de rádio, por isso são usados como receptores para controles remotos ou para sinais de sensores de pressão de pneus.</p></li><li><p><strong>Interruptores</strong> . Eles simplesmente abrem ou fecham circuitos elétricos para reconhecer uma mudança de estado.</p></li></ul><p>Abaixo estão descritos alguns dos sinais que esses sensores geram dependendo do tipo.</p><p><strong>MAGNETO-INDUTIVO</strong></p><p>Um sensor magneto-indutivo é composto por um ímã com uma bobina enrolada em torno dele. Para operar, basta uma variação brusca no campo magnético do ímã, o que induz uma corrente no enrolamento.</p><p><a rel="external nofollow" href="https://automotivetrainingacademy.campuseina.com/pluginfile.php/23386/mod_book/chapter/18760/7_2.jpg"><u><img src="https://automotivetrainingacademy.campuseina.com/pluginfile.php/23386/mod_book/chapter/18760/7_2.jpg" alt="7_2" class="ipsRichText__align--block" width="640" height="382" loading="lazy"></u></a></p><p>Uma das aplicações em que esse tipo de sensor é mais utilizado em automóveis é a detecção de rpm e ponto morto superior. Rodas fônicas são usadas para isso, pois possuem vários dentes, e em uma área específica um dente é removido para determinar o PMS.</p><p><a rel="external nofollow" href="https://automotivetrainingacademy.campuseina.com/pluginfile.php/23386/mod_book/chapter/18760/NAV-01/7_3.jpg"><u><img src="https://automotivetrainingacademy.campuseina.com/pluginfile.php/23386/mod_book/chapter/18760/NAV-01/7_3.jpg" alt="7_3" title="7_3" class="ipsRichText__align--block" width="477" height="254" loading="lazy"></u></a></p><p>Para verificar com um multímetro, conecte os fios em ambos os lados da bobina e você deverá ver uma voltagem alternada conforme o campo magnético se aproxima ou se afasta.</p><p>O osciloscópio pode ser conectado da mesma forma que o multímetro, e você deve observar à medida que a rotação aumenta: um aumento maior da tensão pico a pico, um aumento da tensão efetiva e um aumento da frequência.</p><p><a rel="external nofollow" href="https://automotivetrainingacademy.campuseina.com/pluginfile.php/23386/mod_book/chapter/18760/NAV-01/7_4.jpg"><u><img src="https://automotivetrainingacademy.campuseina.com/pluginfile.php/23386/mod_book/chapter/18760/NAV-01/7_4.jpg" alt="7_4" title="7_4" class="ipsRichText__align--block" width="413" height="445" loading="lazy"></u></a></p><p>Um canal de um osciloscópio de dois canais pode ser conectado a cada fio da bobina e, neste caso, um sinal inverso ao outro será visto.</p><p><a rel="external nofollow" href="https://automotivetrainingacademy.campuseina.com/pluginfile.php/23386/mod_book/chapter/18760/7_5.jpg"><u><img src="https://automotivetrainingacademy.campuseina.com/pluginfile.php/23386/mod_book/chapter/18760/7_5.jpg" alt="7_5" class="ipsRichText__align--block ipsRichText__align--width-custom" style="--i-media-width: 977px" width="640" height="460" loading="lazy"></u></a></p><p>As variáveis no sinal desses sensores são:</p><ul><li><p>O tipo de ímã usado.</p></li><li><p>A resistência da bobina.</p></li><li><p>Número de dentes na roda fônica.</p></li><li><p>A velocidade da roda fônica.</p></li><li><p>Distância entre o elemento sensor e a roda fônica ou entreferro.</p></li></ul><p>Possíveis exibições:</p><p><a rel="external nofollow" href="https://automotivetrainingacademy.campuseina.com/pluginfile.php/23386/mod_book/chapter/18760/7_6.jpg"><u><img src="https://automotivetrainingacademy.campuseina.com/pluginfile.php/23386/mod_book/chapter/18760/7_6.jpg" alt="7_6" class="ipsRichText__align--block ipsRichText__align--width-fullwidth" width="640" height="248" loading="lazy"></u></a></p>]]></description><guid isPermaLink="false">14</guid><pubDate>Thu, 21 Aug 2025 19:55:08 +0000</pubDate></item><item><title>Introdu&#xE7;&#xE3;o ao Oscilosc&#xF3;pio - Atuadores</title><link>https://clube.autoluiz.net/articles.html/1_articles/introdu%C3%A7%C3%A3o-ao-oscilosc%C3%B3pio-atuadores-r15/</link><description><![CDATA[<h2>Verificações em atuadores</h2><p>Atuadores são os componentes que transformam uma ativação elétrica em uma atuação mecânica, térmica, acústica ou visual.<img src="https://automotivetrainingacademy.campuseina.com/pluginfile.php/23410/mod_book/chapter/18793/NAV-01/8_1.jpg" alt="8_1" title="8_1" class="ipsRichText__align--block" width="640" height="271" loading="lazy"></p><p>Para verificá-los, você pode usar o multímetro ou o osciloscópio, mas o método ideal é o alicate amperímetro combinado com estes para dar o resultado mais preciso.</p><p><img src="https://automotivetrainingacademy.campuseina.com/pluginfile.php/23410/mod_book/chapter/18793/NAV-01/8_2.jpg" alt="8_2" title="8_2" class="ipsRichText__align--block" width="640" height="353" loading="lazy"></p><p>Outra consideração para obter um bom resultado é saber como eles funcionam, pois às vezes alguns testes com um multímetro não devem ser realizados.</p><p>Eles podem ser agrupados de acordo com sua forma de trabalho da seguinte forma:</p><ul><li><p><strong>Eletromagnético</strong> . Uma corrente é induzida em uma bobina, gerando um campo magnético. Entre esses tipos estão relés, injetores, válvulas solenoides, bobinas, etc.</p></li><li><p><strong>Motores elétricos</strong> . Motores elétricos convertem energia elétrica em energia mecânica. São usados em bombas de combustível, válvulas de admissão, motores de fluxo de ar, etc.</p></li><li><p><strong>Piezoelétricos </strong> . Esses elementos se expandem e se contraem quando uma tensão é aplicada a eles, dependendo da polaridade aplicada. Atualmente, são utilizados na maioria dos injetores, tanto de gasolina quanto de diesel, devido à sua velocidade e precisão.</p></li><li><p><strong>Aquecedores</strong> . Eles convertem energia elétrica em calor. Dentro deste grupo estão as velas de incandescência, o vidro traseiro aquecido, etc.</p></li><li><p><strong>Acústicos</strong> . Convertem energia elétrica em diferentes sons. Dentro deste grupo estão alto-falantes e dispositivos indicadores sonoros, entre outros.</p></li><li><p><strong>Visuais</strong> . Convertem energia elétrica em informação gráfica ou em mudanças de tonalidade em vidros ou espelhos. Seu principal uso é em telas de cristal líquido, embora também possam ser vistos em espelhos eletrocromáticos e em sistemas de projeção em janelas.</p></li></ul><p>Agora serão descritas as verificações dos principais atuadores do veículo:</p><p><strong>INJETORES DE GASOLINA</strong></p><p>Para injeções indiretas, os injetores em motores a gasolina geralmente são eletromagnéticos, portanto sua resistência interna pode ser verificada com um multímetro com sua conexão liberada.</p><p>Os valores geralmente ficam entre 3 e 20 ohms, dependendo do tipo.</p><p><img src="https://automotivetrainingacademy.campuseina.com/pluginfile.php/23410/mod_book/chapter/18793/NAV-01/8_3.jpg" alt="8_3" title="8_3" class="ipsRichText__align--block" width="500" height="303" loading="lazy"></p><p>Sua alimentação positiva também pode ser verificada com o multímetro, normalmente isso ocorre através de um relé acionado pela ignição.</p><p>Também com o multímetro você pode ver se a unidade ativa ou não por meio da frequência de permanência ou porcentagem, embora a maneira correta de fazer isso seja medindo o tempo de pulso, esse método também lhe dará a duração da injeção.</p><p><img src="https://automotivetrainingacademy.campuseina.com/pluginfile.php/23410/mod_book/chapter/18793/NAV-01/8_4.jpg" alt="8_4" title="8_4" class="ipsRichText__align--block" width="368" height="278" loading="lazy"></p><p>Conecte um canal do osciloscópio ao terminal de ativação do injetor e ajuste o gatilho abaixo da tensão da bateria e com a borda descendente. A configuração ideal é um tempo/divisão de 1 ms e uma tensão/divisão de 5 V.</p><p><img src="https://automotivetrainingacademy.campuseina.com/pluginfile.php/23410/mod_book/chapter/18793/8_5.jpg" alt="8_5" class="ipsRichText__align--block" width="476" height="363" loading="lazy"></p><p>O sinal que deve ser exibido é uma linha reta na tensão da bateria e uma ativação pela unidade por um tempo no solo, que ao ser concluído causa um pico devido à indução que marca o fim da injeção.</p><p><img src="https://automotivetrainingacademy.campuseina.com/pluginfile.php/23410/mod_book/chapter/18793/NAV-01/8_6.jpg" alt="8_6" title="8_6" class="ipsRichText__align--block" width="640" height="408" loading="lazy"></p><p>Caso o osciloscópio tenha mais de um canal, é interessante conectar o alicate amperímetro em outro canal e localizá-lo no fio positivo do injetor, dessa forma será possível verificar se o pulso de tensão está realmente sendo efetivo.</p><p><img src="https://automotivetrainingacademy.campuseina.com/pluginfile.php/23410/mod_book/chapter/18793/NAV-01/8_7.jpg" alt="8_7" title="8_7" class="ipsRichText__align--block" width="550" height="352" loading="lazy"></p>]]></description><guid isPermaLink="false">15</guid><pubDate>Thu, 21 Aug 2025 19:57:45 +0000</pubDate></item><item><title>Introdu&#xE7;&#xE3;o ao Oscilosc&#xF3;pio - Rede Diagn&#xF3;stico Multiplexada</title><link>https://clube.autoluiz.net/articles.html/1_articles/introdu%C3%A7%C3%A3o-ao-oscilosc%C3%B3pio-rede-diagn%C3%B3stico-multiplexada-r16/</link><description><![CDATA[<p><strong>VERIFICAÇÕES DE MULTÍMETRO</strong></p><p>Os testes que podem ser realizados com um multímetro são a verificação de resistência, continuidade, isolamento e medição de tensão efetiva.</p><p><img src="https://automotivetrainingacademy.campuseina.com/pluginfile.php/23428/mod_book/chapter/18823/NAV-01/9_1.jpg" alt="9_1" title="9_1" class="ipsRichText__align--block" width="169" height="268" loading="lazy"></p><p>Para medir resistência, a rede a ser medida deve estar em standby, caso contrário o valor mostrado no multímetro pode não estar correto, por isso é aconselhável desconectar a bateria.</p><p><img src="https://automotivetrainingacademy.campuseina.com/pluginfile.php/23428/mod_book/chapter/18823/NAV-01/9_2.jpg" alt="9_2" title="9_2" class="ipsRichText__align--block" width="272" height="209" loading="lazy"></p><p>Em uma rede do tipo CAN, você deve prender os dois cabos, portanto, encontre o ponto mais acessível para realizar a medição, este pode ser até mesmo o conector de diagnóstico em muitos veículos.</p><p><img src="https://automotivetrainingacademy.campuseina.com/pluginfile.php/23428/mod_book/chapter/18823/9_3.jpg" alt="9_3" class="ipsRichText__align--block" width="533" height="280" loading="lazy"></p><p>Primeiro ajuste o multímetro para uma escala de 200 Ω, pois o valor que você deverá observar, se tudo estiver como deveria, é aproximadamente 60 Ω.</p><p><img src="https://automotivetrainingacademy.campuseina.com/pluginfile.php/23428/mod_book/chapter/18823/9_4.jpg" alt="9_4" class="ipsRichText__align--block" width="640" height="351" loading="lazy"></p><p>Este valor de resistência se deve ao encaixe de dois resistores de aproximadamente 120 Ω em paralelo no barramento principal, portanto se observarmos este valor, podemos concluir que há uma ruptura no barramento principal.</p><p><img src="https://automotivetrainingacademy.campuseina.com/pluginfile.php/23428/mod_book/chapter/18823/9_5.jpg" alt="9_5" class="ipsRichText__align--block" width="640" height="346" loading="lazy"></p><p>Quando o valor é maior que 60 Ω, geralmente é porque há uma resistência no circuito, inversamente, um valor próximo de 0 significa que há um curto-circuito entre os cabos do barramento.</p><p>Uma fuga para positivo ou negativo fornecerá o valor correto de resistência, por esse motivo o isolamento deve ser verificado por um teste de continuidade em relação ao terra ou positivo.</p><p><img src="https://automotivetrainingacademy.campuseina.com/pluginfile.php/23428/mod_book/chapter/18823/9_6.jpg" alt="9_6" class="ipsRichText__align--block" width="640" height="352" loading="lazy"></p><p>Importante: Lembre-se que se a bateria ainda estiver conectada, tenha em mente que esses tipos de vazamentos podem gerar valores de resistência não corretos, inclusive valores muito altos ou infinitos.</p><p>A rede deve estar ativa para a medição da tensão efetiva, portanto você deve trabalhar com a ignição ligada ou com o motor funcionando.</p><p>Ajuste o multímetro na escala de 20 V e faça uma medição em cada cabo em relação ao terra.</p><p><img src="https://automotivetrainingacademy.campuseina.com/pluginfile.php/23428/mod_book/chapter/18823/NAV-01/9_7.jpg" alt="9_7" title="9_7" class="ipsRichText__align--block" width="209" height="207" loading="lazy"></p><p>Dependendo do tipo de rede em teste, os valores podem mudar dependendo da velocidade de transmissão de dados, mas o que sempre acontece em uma rede do tipo CAN é que a soma dos valores obtidos em cada fio deve ser 5 V, o que nos diz que a rede está operando corretamente.</p><p>A rede CAN mais utilizada é a de 500 kbits/s, ao verificar a linha de sinal alto nesta rede, o valor será maior que 2,5 V e dependerá da quantidade de mensagens que estiverem circulando naquele momento pela rede.</p><p><img src="https://automotivetrainingacademy.campuseina.com/pluginfile.php/23428/mod_book/chapter/18823/9_8.jpg" alt="9_8" class="ipsRichText__align--block" width="640" height="342" loading="lazy"></p><p>Uma verificação da linha "baixa" dará um valor abaixo de 2,5 V.</p><p><img src="https://automotivetrainingacademy.campuseina.com/pluginfile.php/23428/mod_book/chapter/18823/9_9.jpg" alt="9_9" class="ipsRichText__align--block" width="640" height="342" loading="lazy"></p><p>Se uma das linhas apresentar valor acima de 5 V, considera-se que há fuga para o positivo.</p><p><img src="https://automotivetrainingacademy.campuseina.com/pluginfile.php/23428/mod_book/chapter/18823/9_10.jpg" alt="9_10" class="ipsRichText__align--block" width="640" height="345" loading="lazy"></p><p>Se, por outro lado, um deles estiver em 0 V e o outro der um valor diferente, mas não superior a 5 V, é porque a linha que indica zero está vazando para negativo.</p><p><img src="https://automotivetrainingacademy.campuseina.com/pluginfile.php/23428/mod_book/chapter/18823/9_11.jpg" alt="9_11" class="ipsRichText__align--block" width="640" height="352" loading="lazy"></p><p><br></p>]]></description><guid isPermaLink="false">16</guid><pubDate>Thu, 21 Aug 2025 19:59:27 +0000</pubDate></item><item><title>Introdu&#xE7;&#xE3;o ao Oscilosc&#xF3;pio - Testes em Ve&#xED;culos</title><link>https://clube.autoluiz.net/articles.html/1_articles/introdu%C3%A7%C3%A3o-ao-oscilosc%C3%B3pio-testes-em-ve%C3%ADculos-r17/</link><description><![CDATA[<h2>Motor Audi A3 1.6 TDi (90 HP) (8P1) (CAYB) (de 2003 a 2012)</h2><h3>Sonda lambda de banda larga</h3><p>A sonda lambda é usada para informar a unidade de controle do motor sobre a quantidade de oxigênio restante nos gases de escape antes de entrarem no conversor catalítico, com o objetivo de monitorar continuamente a conclusão da combustão. A sonda lambda é um sensor de zircônio de banda larga que opera com regulação de corrente. O sensor é composto por um sensor de oxigênio e um elemento de pré-aquecimento. O ar de referência é obtido do ar ambiente.</p><p><img src="https://automotivetrainingacademy.campuseina.com/pluginfile.php/23434/mod_book/chapter/18832/Sonda%20Lambda%20de%20banda%20ancha%20%281%29.jpg" alt="Sonda Lambda de banda ancha" class="ipsRichText__align--block" width="256" height="255" loading="lazy"></p><p>Sonda lambda de banda larga</p><p>Além disso, a unidade de controle usa esse sinal para controlar corretamente a válvula EGR.</p><h5>Verificação do sinal da sonda usando um osciloscópio</h5><p><img src="https://automotivetrainingacademy.campuseina.com/pluginfile.php/23434/mod_book/chapter/18832/Probe%20signal%20check%20using%20an%20oscilloscope.jpg" alt="Comprovação do sinal da sonda por meio de osciloscópio" class="ipsRichText__align--block" width="860" height="579" loading="lazy"></p><p>Ao realizar esta verificação, deve-se levar em consideração o seguinte:</p><ol><li><p>Ligue o motor</p></li><li><p>Coloque a ponta de prova vermelha do osciloscópio no pino mostrado na imagem</p></li><li><p>Coloque a ponta de prova preta do osciloscópio no pino mostrado na imagem</p></li><li><p>Nessas condições o osciloscópio deverá exibir um oscilograma semelhante ao mostrado na imagem:</p></li></ol><p><img src="https://automotivetrainingacademy.campuseina.com/pluginfile.php/23434/mod_book/chapter/18832/Oscillogram%20of%20the%20lambda%20probe%20signal.jpg" alt="Oscillogram%20of%20the%20lambda%20probe%" class="ipsRichText__align--block ipsRichText__align--width-fullwidth" width="458" height="263" loading="lazy"></p><h3>Aquecedor de sonda lambda de banda larga</h3><p>Trata-se de um elemento de aquecimento do tipo PTC integrado à sonda lambda, permitindo que ela atinja rapidamente sua temperatura ideal de operação. Isso permite que o local de instalação da sonda fique mais distante do motor, aumentando assim sua vida útil.</p><p>Ele recebe energia positiva através do relé de controle e a ECU fornece energia negativa dependendo da temperatura.</p><p>Não possui função substituta. Caso o aquecedor não funcione, nenhuma informação lambda estará disponível até que a temperatura operacional correta seja atingida.</p><h5>Aquecedor de sonda em verificação usando o osciloscópio</h5><p><img src="https://automotivetrainingacademy.campuseina.com/pluginfile.php/23434/mod_book/chapter/18832/Probe%20heater%20on%20check%20using%20the%20oscilloscope.jpg" alt="Comprovação com osciloscópio da ativação do aquecimento da sonda" class="ipsRichText__align--block" width="860" height="579" loading="lazy"></p><p>Ao realizar esta verificação, deve-se levar em consideração o seguinte:</p><ol><li><p>Ligue o motor</p></li><li><p>Coloque o fio vermelho do osciloscópio no pino mostrado na imagem (Pino 3 da sonda)</p></li><li><p>Coloque o fio preto do osciloscópio em qualquer ponto de aterramento confiável</p></li><li><p>Nesta configuração, o osciloscópio deve exibir um oscilograma semelhante ao mostrado na figura</p></li></ol><p><img src="https://automotivetrainingacademy.campuseina.com/pluginfile.php/23434/mod_book/chapter/18832/Activation%20oscillogram.jpg" alt="Oscilograma de ativação de calor sonda" class="ipsRichText__align--block ipsRichText__align--width-fullwidth" width="458" height="263" loading="lazy"></p><h3>Válvula solenóide de comutação do refrigerador EGR</h3><p><img src="https://automotivetrainingacademy.campuseina.com/pluginfile.php/23434/mod_book/chapter/18832/EGR%20cooler.jpg" alt="Refrigerador EGR" class="ipsRichText__align--block" width="860" height="407" loading="lazy"></p><p>A função desta válvula solenoide é desviar os gases de escape recirculados para um trocador de calor resfriado pelo líquido de arrefecimento do motor ou por um duto conectado diretamente ao coletor de admissão. O objetivo deste sistema é facilitar a partida a frio do motor (sem que os gases passem pelo trocador de calor) e melhorar a redução de NOx (pela passagem dos gases pelo radiador) durante a operação normal.</p><h5>Válvula solenóide na verificação do sinal usando um osciloscópio</h5><p><img src="https://automotivetrainingacademy.campuseina.com/pluginfile.php/23434/mod_book/chapter/18832/Solenoid%20valve%20power%20on%20oscillogram.jpg" alt="Oscilograma de ativação da eletroválvula" class="ipsRichText__align--block" width="860" height="579" loading="lazy"></p><p>Ao realizar esta verificação, deve-se levar em consideração o seguinte:</p><ol><li><p>Ligue o motor</p></li><li><p>Coloque a sonda vermelha do osciloscópio no pino 2 da válvula solenóide</p></li><li><p>Coloque o fio preto do osciloscópio em qualquer ponto de aterramento confiável</p></li><li><p>Nesta configuração, o osciloscópio deve exibir um oscilograma semelhante ao mostrado na imagem abaixo</p></li></ol><p><img src="https://automotivetrainingacademy.campuseina.com/pluginfile.php/23434/mod_book/chapter/18832/Activation%20oscillogram%20%281%29.jpg" alt="Ativação do oscilograma" class="ipsRichText__align--block ipsRichText__align--width-fullwidth" width="458" height="263" loading="lazy"></p>]]></description><guid isPermaLink="false">17</guid><pubDate>Thu, 21 Aug 2025 20:02:00 +0000</pubDate></item></channel></rss>
