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Multec OHC / DMSW - (Hibrida)

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📰 Artigo: Desafios e Soluções no Reparo e programação das Centrais Multec OHC (Hibrida), DMSW e DFFZ

As centrais eletrônicas Multec OHC, DMSW e DFFZ, utilizadas em veículos Chevrolet como o Celta entre os anos 2000 e 2005, são componentes fundamentais para o funcionamento do motor e sistemas auxiliares. Com o passar dos anos, muitos desses módulos apresentam falhas, exigindo reparos complexos e adaptações criativas por parte de técnicos e entusiastas da mecânica automotiva.

🔧 Principais Problemas Relatados

  • Falhas de comunicação: ECU que não aciona bomba de combustível ou não se comunica com scanner.

  • Compatibilidade entre modelos: Diferenças entre centrais pequenas e grandes, exigindo troca de chicote ou adaptação de sensores.

  • Instalação de ar-condicionado: Em alguns casos, o compressor desliga após poucos segundos, indicando incompatibilidade da central com o sistema instalado.

  • Mistura pobre: Travamento da sonda em mistura pobre, sugerindo defeito interno da ECU.

  • Ventoinha ligada direto: Problema comum ao usar kits de anos diferentes, causado por divergências na pinagem do chicote.

🛠️ Estratégias de Reparo

  • Reprogramação de arquivos: Uso de ferramentas como Kess, para leitura e gravação de EPROMs e processadores.

  • Adaptação de chicotes: Ajuste manual da pinagem ou substituição completa do chicote para compatibilizar centrais de diferentes anos.

  • Testes auxiliares: Utilização de lâmpadas entre terra e sinal da injeção para facilitar programação.

  • Troca de módulos: Em casos críticos, substituição da ECU por modelos compatíveis, sempre considerando riscos de incompatibilidade.

⚠️ Riscos e Limitações

  • Muitas dessas centrais já possuem 15 a 20 anos de uso, o que aumenta a probabilidade de falhas irreversíveis.

  • Tentativas de reprogramação podem danificar permanentemente a ECU, exigindo substituição.

  • Diferenças sutis entre modelos (buchas de isolamento, pinagem, sensores) podem gerar problemas inesperados.

📌 Conclusão

O reparo das centrais Multec exige conhecimento técnico aprofundado, paciência e uso de ferramentas adequadas. Embora seja possível recuperar ou adaptar muitos módulos, é essencial alertar os clientes sobre os riscos envolvidos e a possibilidade de substituição completa da ECU.

Esse tipo de discussão, presente em fóruns especializados, mostra como a troca de experiências entre profissionais é vital para manter veículos antigos em funcionamento, mesmo diante das limitações tecnológicas das centrais originais.

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Guia passo a passo para diagnóstico e reparo de centrais Multec OHC (Hibrida), DMSW e DFFZ

Antes de começar, respire: trabalhar com ECU antiga pede calma e método. Este guia foca em Celta 2000–2005, mas vale para outros Chevrolet com Multec. Priorize testes simples primeiro; só depois parta para reprogramação ou troca de chicote.

Preparação e segurança

  • Desligar bateria: Remova o negativo por 5–10 minutos antes de qualquer intervenção.

  • Ferramentas essenciais: Multímetro, lâmpada de teste 12V, osciloscópio (se disponível), scanner OBD, extrator de ECU, kit de solda fina, programador (UPA/Kess/VVDI), diagramas de pinagem.

  • Inspeção visual: Procure trilhas queimadas, capacitores vazando, soldas frias, umidade/oxidação e conectores frouxos.

  • Registro inicial: Anote número da ECU, ano/modelo do veículo, presença de ar-condicionado, imobilizador e alterações prévias.

Verificações básicas no veículo

  1. Alimentação e aterramento da ECU

    • 12V pós-chave: Confirme tensão estável nos pinos de alimentação.

    • Aterramentos: Teste queda de tensão entre terra da ECU e negativo da bateria; deve ser mínima.

    • Relé principal e da bomba: Acionamento correto ao girar a chave; substitua se houver queda ou aquecimento.

  2. Comunicação e códigos de falha

    • Scanner OBD: Leia DTCs, dados em tempo real (RPM, MAP, ECT, sonda lambda, status AC).

    • Sem comunicação: Verifique linha K/CAN, fusíveis e continuidade entre conector OBD e ECU.

  3. Sensores críticos

    • CKP/CMP: Sinal presente ao dar partida; sem sinal = sem injeção/ignição.

    • MAP/MAF (conforme versão): Tensão em repouso e resposta a aceleração.

    • ECT/IAT: Valores coerentes com temperatura ambiente; sensor travado causa mistura rica/pobre.

    • Sonda lambda: Oscilação em malha fechada após aquecimento; travada indica mistura ou falha interna.

  4. Atuadores

    • Bomba de combustível: Pressão nominal na flauta; quedas indicam regulador ou bomba.

    • Ventoinha: Teste acionamento via atuadores no scanner; ligada direto costuma ser pinagem/ECU incompatível.

    • Compressor do AC: Verifique comando da ECU e pressostato; desligar em segundos aponta incompatibilidade ou proteção.

Compatibilidade, pinagem e chicote

  1. Identificar a central

    • Etiqueta e família: Multec pequena vs grande, códigos OHC/DMSW/DFFZ, ano e versão com/sem AC.

    • Imobilizador: Confirme tipo (ex. Opel 2) e chave emparelhada.

  2. Conferir pinagem por ano

    • Mapeamento pino a pino: Compare diagramas do modelo do carro com a ECU instalada.

    • Diferenças comuns: Ventoinha, compressor do AC, sensores e relés mudam entre anos/versões.

  3. Ajustes do chicote

    • Re-pinagem pontual: Realinhe apenas os circuitos divergentes (ventoinha, AC, sensor).

    • Troca de chicote: Se houver muitas diferenças, substitua pelo chicote correto do ano/ECU.

    • Testes após ajuste: Verifique cada função com lâmpada de teste e scanner antes de fechar.

Reprogramação, clonagem e testes de bancada

  1. Quando reprogramar

    • Sintomas típicos: Mistura travada, DTCs incoerentes, falha interna, troca de ECU com imobilizador.

    • Backup primeiro: Leia e salve EEPROM/flash originais antes de qualquer gravação.

  2. Leitura/gravação

    • Programadores: Use UPA/Kess/VVDI conforme o microcontrolador/EEPROM da ECU.

    • Estabilidade elétrica: Fonte regulada, aterramento firme e, se necessário, lâmpada em série para limitar corrente.

    • Desbloqueio/virginização: Aplique arquivo virgem ou clone conteúdo da ECU boa; re-sincronize imobilizador.

  3. Teste em bancada

    • Simulação mínima: Alimente 12V, terra, relé principal e verifique saída da bomba/ventoinha.

    • Comunicação: Confirme que a ECU responde ao scanner fora do carro.

  4. Validação no veículo

    • Start e marcha lenta: Estabilidade de RPM, correções de combustível dentro do normal.

    • Malha fechada: Sonda lambda oscilando; trims não saturados.

    • AC e ventoinha: Acionamentos corretos sem desligamentos rápidos.

Decisão final, qualidade e entrega

  • Critérios de sucesso: Sem DTCs críticos, comunicação estável, parâmetros coerentes e atuadores funcionando.

  • Quando substituir: Placa com dano físico extenso, falha recorrente após gravação, incompatibilidade estrutural entre ECU e veículo.

  • Documentação: Registre DTCs iniciais/finais, arquivos gravados, alterações de pinagem e peças trocadas.

  • Orientação ao cliente: Explique limites das ECUs antigas, riscos de nova falha e importância de manutenção elétrica.

Dicas rápidas
  • Lead time: Tenha ECUs de teste por ano/versão para isolar defeitos rapidamente.

  • Interferências: Quedas de tensão e aterramentos ruins simulam “falha de ECU”; valide primeiro a parte elétrica.

  • AC intermitente: Revise pressostatos, comando da ECU e pinagem do compressor antes de culpar a central.

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Dicas de Programação


passo 1:
coloco uma outra caixinha no auto, pode ser uma opel 2r nao tem problema,
entro com scanner e acesso a injecao, acessou o scanner, deu defeito na memoria de avarias, significa que ela nao esta queimada.

passo 2:
como eu se que a ecu nao esta queimada, eu tenho que ler esse processador tms370, com uma vvdi, upa-s ou outro programador que leia ela.

no upa será necessario o adaptador de tms 370
verificar se nao tem solda fechando curto nela, e verificar se nao tem nanhum terminal com pouca pressao, ao inseri-lo no adaptador

ai eu consigo ler a senha do sistema, e caso precise trocar a caixinha, a senha lida sera a senha da ecu.

dica, VOLTANDO ao passo 1, com o rasther, mesmo a caxinha sendo de um carro e a ecu de outro, o rashter consegue puxar a senha DA ECU.
todo o equipamento para puxar a senha desse veiculo, ira puxar a senha da ecu, nunca do immobox do imobilizador

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📰 Artigo: Problemas na Unidade de Comando do Motor Multec OHC/DMSW em veículos Chevrolet

A unidade de comando do motor (ECU) é o cérebro eletrônico responsável por controlar diversos parâmetros de funcionamento do veículo, como avanço de ignição, tempo de injeção e pressão do coletor. No caso dos modelos Chevrolet equipados com a central Multec OHC/DMSW, diversos relatos em fóruns técnicos apontam falhas recorrentes que podem comprometer o desempenho e a confiabilidade do carro.

⚙️ Sintomas mais comuns

  • Oscilação dos parâmetros da injeção mesmo com o motor desligado

  • Dificuldade na partida: às vezes o motor pega, outras não

  • Ventoinha acionada de forma contínua, mesmo sem necessidade

  • Registro de avarias relacionadas ao circuito de arrefecimento e ar condicionado

  • Falhas de comunicação durante a leitura via scanner (KWP, por exemplo)

🔍 Diagnóstico

Os relatos indicam que, em muitos casos, o problema está diretamente ligado a defeitos internos da ECU. Técnicos experientes sugerem verificar inicialmente a tensão de alimentação, já que oscilações podem induzir falhas. No entanto, quando descartada essa hipótese, a substituição da unidade de comando costuma ser inevitável.

🛠️ Procedimentos de substituição

  • Programação da senha e do VIN: ao instalar uma nova ECU, é essencial programar corretamente o número de identificação do veículo (VIN). Caso contrário, o carro pode ligar e morrer imediatamente, bloqueando futuras reprogramações.

  • Uso de ferramentas específicas: dispositivos como UPA-BR2 e softwares de emparelhamento são frequentemente citados como necessários para realizar a programação.

  • Compatibilidade com ar condicionado: algumas centrais vêm de fábrica configuradas com ou sem ar condicionado, mas compartilham o mesmo número de peça. Isso pode gerar falhas quando a ECU se “auto-programa” para reconhecer sistemas inexistentes no veículo.

🚗 Impacto para proprietários e oficinas

Esses problemas aumentam os custos de manutenção e exigem conhecimento técnico especializado. Oficinas precisam estar preparadas para lidar com a programação eletrônica e evitar a perda de centrais novas por procedimentos incorretos. Para os proprietários, a substituição da ECU pode representar um gasto significativo, mas é muitas vezes a única solução definitiva.

📌 Conclusão

A central Multec OHC/DMSW, presente em modelos como o Chevrolet Celta, apresenta vulnerabilidades que podem causar falhas graves no funcionamento do veículo. A substituição da ECU, acompanhada de uma programação correta do VIN e da senha, é a medida mais eficaz para restaurar a confiabilidade. Esse cenário reforça a importância da eletrônica embarcada na manutenção automotiva moderna e a necessidade de constante atualização por parte dos profissionais da área.

Dicas extras PDF

Procedimento para troca de ECU do sistema OPEL 2.pdf

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📘 Manual de Substituição da Unidade de Comando Multec OHC/DMSW/DFFZ

1. Preparação e Segurança

  • Desligar bateria: Remova o cabo negativo por 5–10 minutos antes de qualquer intervenção.

  • Ferramentas necessárias:

    • Multímetro e lâmpada de teste 12V

    • Scanner OBD

    • Extrator de ECU

    • Kit de solda fina

    • Programador (UPA, Kess, VVD, Prog de Eprons)

    • Diagramas de pinagem do modelo específico.

  • Registro inicial: Anote número da ECU, ano/modelo do veículo, presença de ar-condicionado e imobilizador.

2. Remoção da ECU Antiga

  1. Localize a central (normalmente no cofre do motor, lado direito).

  2. Desconecte chicotes e conectores com cuidado, verificando oxidação ou folgas.

  3. Retire a ECU usando o extrator adequado.

3. Instalação da Nova ECU

  • Compatibilidade:

    • Identifique se a central é pequena ou grande (OHC/DMSW/DFFZ).

    • Confirme se a versão suporta ar-condicionado (algumas centrais habilitam o sistema mesmo sem estar presente, causando falhas).

  • Chicote e pinagem:

    • Compare pinagem da ECU nova com a original.

    • Ajuste fios divergentes (ventoinha, compressor AC, sensores) Faça a verificação.

    • Se houver muitas diferenças, substitua o chicote completo.

4. Programação e Emparelhamento

  1. Senha e VIN:

    • Leia a senha da ECU com programador.

    • Programe o VIN do veículo na nova ECU. Se não fizer isso, o carro pode ligar e morrer imediatamente.

  2. Imobilizador:

    • Use scanner ou programador para sincronizar ECU com o imobilizador Opel 1/2/2R.

    • Nunca tente programar apenas pelo imobox; a senha é sempre da ECU.

  3. EEPROM/Flash:

    • Faça backup da memória original antes de gravar.

    • Se necessário, aplique arquivo virgem ou clone de outra ECU compatível.

5. Testes Pós-Instalação

  • No veículo:

    • Verifique partida e marcha lenta estável.

    • Confirme oscilação da sonda lambda em malha fechada.

    • Teste atuadores: bomba de combustível, ventoinha, compressor AC.

  • No scanner:

    • Leia DTCs e parâmetros em tempo real.

    • Certifique-se de que não há falhas críticas de comunicação.

6. Critérios de Sucesso

  • Comunicação estável com scanner.

  • Sem DTCs críticos.

  • Atuadores funcionando corretamente.

  • Parâmetros coerentes de injeção e ignição.

7. Observações Importantes

  • Centrais antigas (15–20 anos) podem apresentar falhas irreversíveis; esteja preparado para substituição definitiva.

  • A ventoinha ligada direto geralmente indica incompatibilidade de pinagem.

  • Sempre documente alterações de pinagem, arquivos gravados e DTCs iniciais/finais.

Este manual reúne os macetes e procedimentos práticos discutidos nos fóruns técnicos, servindo como guia para oficinas e entusiastas que precisam substituir ou reparar a ECU Multec OHC/DMSW/DFFZ.

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