Ir para conteúdo
View in the app

A better way to browse. Learn more.

Clube Autoluiz

A full-screen app on your home screen with push notifications, badges and more.

To install this app on iOS and iPadOS
  1. Tap the Share icon in Safari
  2. Scroll the menu and tap Add to Home Screen.
  3. Tap Add in the top-right corner.
To install this app on Android
  1. Tap the 3-dot menu (⋮) in the top-right corner of the browser.
  2. Tap Add to Home screen or Install app.
  3. Confirm by tapping Install.

Fernando

Administrators
  • Registro em

  • Última visita

Tudo que Fernando postou

  1. 2. Mapeamento dos Componentes – Lado 1 (Esquerda da imagem)Nº Componente Função 01 Comum das unidades 2 e 3 Linha de alimentação comum dos injetores 2 e 3. 02 Comum das unidades 1 e 4 Linha de alimentação comum dos injetores 1 e 4. 03 Injetor 2 Driver dedicado ao acionamento do injetor do cilindro 2. 04 Injetor 3 Driver dedicado ao acionamento do injetor do cilindro 3. 05 Injetor 1 Driver dedicado ao acionamento do injetor do cilindro 1. 06 Injetor 4 Driver dedicado ao acionamento do injetor do cilindro 4. 07 Circuito de proteção e carga auxiliar dos injetores Estabiliza tensão e fornece corrente extra para abertura rápida dos injetores. 08 Memória do imobilizador Armazena código de chave e dados de segurança. 09 Sensor de pressão atmosférica Fornece referência para cálculo de pressão do turbo. 10 Cristal piezoelétrico Oscilador de clock para sincronismo do processador. 3. Mapeamento dos Componentes – Lado 2 (Direita da imagem)Nº Componente Função 11 Relé de partida / Relé das velas aquecedoras / Atuador do turbo / Válvula de pressão do combustível Comanda sistemas de pré-aquecimento, turbo e corte de combustível. 12 Relé principal / Sensor de rotação / Relé da bomba alimentadora Alimenta a ECU e controla bomba de baixa e leitura do CKP. 13 Regulador de tensão Fornece 5V e 3,3V para lógica e sensores. 14 Processador Executa as funções de controle do motor. 15 Memória EPROM AM29BL802CB Armazena mapas de injeção, estratégias e parâmetros. 16 Piloto automático Circuito dedicado ao controle do cruise control. 17 Circuito do sensor de rotação do motor Amplifica e condiciona o sinal CKP. 18 Circuito do sensor de pressão do turbo RAIL Interpreta a pressão do sistema Common Rail.
  2. ROTEIRO TÉCNICO – SUZUKI VITARAECU Bosch EDC15C2 – Injeção Eletrônica Diesel Common Rail 1. Visão GeralA ECU Bosch EDC15C2 utilizada no Suzuki Vitara é responsável pelo gerenciamento do sistema de injeção Common Rail, controlando injetores, reguladores, sensores e atuadores, além de efetuar o controle de pressão de sobrealimentação e diagnóstico eletrônico. 2. Mapeamento dos Componentes (Imagem Analisada)Nº Componente Função 01 Comum das unidades 1/2/3/4 Alimentação e referência comum dos quatro injetores, garantindo sincronismo e retorno comum de corrente. 02 Injetor 1 Driver dedicado ao controle do injetor do cilindro 1. 03 Injetor 4 Driver dedicado ao controle do injetor do cilindro 4. 04 Injetor 3 Driver dedicado ao controle do injetor do cilindro 3. 05 Injetor 2 Driver dedicado ao controle do injetor do cilindro 2. 06 Relé de partida / Relé principal / Atuador de desligamento da bomba de alta pressão / Regulador de pressão de sobrealimentação Gerencia alimentação principal da ECU e comandos críticos como corte de combustível e controle de pressão. 07 Memória PSOP Armazena mapas de injeção, parâmetros de funcionamento e dados de imobilizador. 08 Processador Unidade central que interpreta sinais dos sensores e executa as estratégias de controle de injeção. 09 Cristal piezoelétrico Oscilador responsável pelo clock do processador e sincronismo do sistema. 10 CKP / Regulador de pressão do rail / Conector de diagnóstico / Regulador de tensão Módulo integrado que interpreta sinal do sensor CKP, regula tensão e gerencia comunicação de diagnóstico. 11 Circuito de proteção e alimentação Protege a ECU contra surtos de tensão, inversão de polaridade e estabiliza a alimentação. 3. Fluxo de OperaçãoLeitura de sensores: CKP, MAP, temperatura, pressão do rail. Processamento de dados no processador principal. Ação nos drivers dos injetores (02 a 05) para injeção sequencial e controlada. Gerenciamento de pressão via reguladores (06 e 10). Proteção e segurança garantidas pelo circuito 11. 4. Defeitos ComunsFalha em drivers de injetores (02 a 05) por sobrecorrente ou curto nos injetores. Defeito no relé principal (06) causando ausência total de funcionamento da ECU. Perda de dados na memória PSOP (07) por falha de gravação. Oxidação no circuito de proteção (11) devido à infiltração de umidade. Cristal (09) fora de frequência levando a falhas intermitentes e códigos de erro. 5. Testes e DiagnósticoDrivers de injetores: Testar com lâmpada de prova e medir resistência de bobina dos injetores. Memória: Ler e gravar backup via programador. Relé principal: Acionar via scanner e verificar tensão de saída. Alimentação e proteção: Medir tensão antes e depois do circuito 11. Clock: Osciloscópio no cristal para confirmar frequência nominal.
  3. ROTEIRO TÉCNICO – MITSUBISHI DENSO MPI3 (L200 – Capa Plástica)1. Visão GeralA ECU Mitsubishi Denso MPI3 com capa plástica, aplicada em versões da L200, é responsável por gerenciar: Controle de injeção Controle de EGR Gerenciamento de relés (velas aquecedoras, ar-condicionado, intercooler) Comando de válvula de corte de combustível Processamento e comunicação de sensores e atuadores A placa é dividida em setores: processador principal e auxiliar, drivers dedicados para relés e válvulas, controle de EGR e bomba, e gerenciamento de tensão. 2. Mapeamento dos Setores e Funções2.1. Controle de Relés – Velas, A/C e Intercoolermitsubi mpi3 controlado…Relé das Velas Terminal 1: comando do processador (pino 30) Terminal 2: saída para o pino 16 do conector A Terminal 3: alimentação 12V Relé do Ventilador do Intercooler Terminal 1: comando via resistor de 2,2K ligado ao pino 27 do processador Terminal 2: saída para pino 6 do conector A Terminal 3: aterramento Relé do Ar Condicionado Conexões com pinos 28 e 29 do processador para comando do ventilador do condensador e do próprio compressor de A/C Saídas para pinos 7 e 21 do conector A 2.2. Controle de Atuadores Extrasmitsubi mpi3 controlado…Atuador do Gerenciador (FMU 225 / K2376) Trabalha em conjunto (dois componentes interligados) Alimentação e sinal partilhados entre os terminais Ligação à linha 50 (12V) no pino 1 do conector D Aterramento no componente 2 2.3. Controle de EGR e Bombamitsubi mpi3 controlado…Válvula de Corte de Combustível Terminal 1: comando do processador (pino 37) Terminal 2: saída para pino 2 do conector A Terminal 3: alimentação 12V (pino 12 do conector A) Controle 1 da EGR Terminal 1: comando do processador (pino 35) Terminal 2: saída para pino 5 do conector A Terminal 3: aterramento 2.4. Processador Auxiliar e Principalmitsubi mpi3 processado…Processador Auxiliar (E342 M59211FP) Recebe sinais dos sensores da bomba (rotação, posição da luva de controle, válvula de sincronismo) Fornece 5V para sensores Faz interface com o processador principal via múltiplos terminais (66, 67, 68, 83, 88, 127, 129, 130, 131) Processador Principal Responsável pelo controle geral da ECU Pinos dedicados para comando de relés (velas, A/C, intercooler), EGR, válvula de corte, diagnóstico e regulador de tensão Distribui alimentação 5V para sensores e circuitos lógicos Integra comunicação com o regulador de tensão e controle de sincronismo 3. Testes e Diagnóstico3.1. RelésAcionar via scanner e verificar saída nos pinos de comando. Medir alimentação de 12V e aterramento dos relés. 3.2. EGRMedir resistência da bobina e continuidade até o pino de saída. Testar comando no pino 35 do processador durante ativação. 3.3. Válvula de CorteTestar alimentação no pino 12 do conector A. Conferir comando no pino 37 do processador. 3.4. Processador AuxiliarVerificar tensões de 5V nos pinos 6, 58 e 63. Confirmar sinais dos sensores da bomba nos pinos indicados. 4. Defeitos ComunsTrilha rompida entre processador e relés por sobrecarga. Queima do driver da EGR por travamento mecânico. Oxidação em conectores da válvula de corte. Falhas no processador auxiliar causando perda de sincronismo de injeção.
  4. 3. Testes e Diagnóstico3.1. Teste de AlimentaçãoMedir nos capacitores principais a presença de 12V. Verificar saída de 5V do regulador. Testar continuidade do diodo de proteção. 3.2. Teste dos InjetoresMedir resistência de bobinas e continuidade dos drivers. Testar sinal PWM de comando com osciloscópio. Observar se há comando Peak & Hold correto. 3.3. Teste de Sensores de Rotação e FaseConferir integridade dos sinais no osciloscópio. Testar resistores e filtros no caminho do sinal. Comparar sinais invertidos e originais para sincronismo. 3.4. Teste de Sensores de Temperatura e PressãoMedir resistência dos sensores. Conferir leitura no scanner e compará-la com valores físicos. 4. Defeitos ComunsCurto nos MOSFETs BUK 927E devido a injetores em mau estado. Falha no BVVB32 causando ausência de comando nos injetores. Oxidação na área dos capacitores eletrolíticos. Regulador de 5V instável causando reset da ECU. Trilhas rompidas em setores de rotação/fase por sobreaquecimento.
  5. OTEIRO TÉCNICO – ECU RENAULT BOSCH EDC16C8 (Master e Frontier 2.8)1. Visão GeralA ECU Bosch EDC16C8 gerencia o sistema de injeção eletrônica common rail, controlando: Injetores individuais Sensores de rotação e fase Sensores de temperatura e pressão Alimentação e regulação de tensão Processamento central e comunicação O projeto desta ECU combina módulos de potência (drivers) e circuitos de processamento analógico/digital para controle preciso do motor diesel. 2. Mapeamento dos Setores e Funções2.1. AlimentaçãoEntrada: Pinos 1 e 5 do conector Bocal K – alimentação principal 12V. Capacitores eletrolíticos: estabilizam a tensão de entrada. Diodo de proteção: evita danos por inversão de polaridade. Transformador de tensão: fornece alimentação isolada para drivers e circuitos lógicos. Regulador: reduz 12V para 5V (alimentação do processador, memória e CIs auxiliares). 2.2. Controle dos InjetoresDrivers BUK 927E (MOSFETs de alta potência) – um para cada estágio positivo/negativo dos injetores. BVVB32: driver principal do circuito de injetores. DC64AE: pré-ativador de drivers principais. L9856: controle lógico para ativação dos injetores e comunicação com o processador. Cada injetor é comandado com sequência Peak & Hold (pico de corrente seguido de corrente de manutenção). 2.3. Sensores de Rotação e FaseSinal de rotação (CKP): entra no circuito de conversão A/D, passa por resistor de filtragem e segue para o processador. Sinal de fase (CMP): mesmo processo de filtragem e conversão antes de chegar ao processador. Resistores e capacitores associados reduzem ruídos e moldam o sinal. Conversores também realizam inversão de fase quando necessário. 2.4. Sensores de Temperatura e PressãoTemperatura do óleo, temperatura do ar, pressão do óleo e pressão do ar são lidos por circuitos analógicos e enviados ao processador via conversores A/D. Os sinais passam por resistores de pull-up e filtros RC para estabilidade. 2.5. Processamento CentralProcessador MCP565LF8MZP: executa as funções do software da ECU. Memória Flash: armazena o mapa de injeção e parâmetros adaptativos. CIs auxiliares: tratam sinais de sensores, drivers de atuadores e comunicação.
  6. ROTEIRO TÉCNICO – ECU MITSUBISHI L200 (DENSO)1. Visão GeralA ECU Mitsubishi Denso aplicada na L200 é responsável por controlar todos os atuadores principais do sistema de injeção e controle de emissões, incluindo: Corpo de borboleta motorizado Válvula EGR (motor DC) Injetores individuais Válvula SCV (Suction Control Valve) O layout interno é bem dividido, com setores dedicados para cada função, facilitando a identificação dos drivers e a execução de reparos. 2. Mapeamento dos Setores e Funções2.1. Controle do Corpo de Borboleta (Motor Acelerador)Driver dedicado: CI MC33186DH Controle (+): ECU pino 116 Controle (-): ECU pino 118 Localização: canto superior direito da placa. Função: Controlar a abertura e fechamento da borboleta para gestão do ar admitido, podendo atuar no controle de emissões e resposta do motor. Observação: O MC33186DH possui proteção contra sobrecorrente, sobretemperatura e diagnóstico interno. 2.2. Controle da Válvula EGR (Motor DC)EGR Motor (+): ECU pino 8 EGR Motor (-): ECU pino 7 Localização: lado esquerdo central da placa. Função: Acionar a válvula EGR para recirculação dos gases de escape, auxiliando no controle de emissões de NOx. O circuito inclui drivers MOSFET e componentes de proteção para lidar com cargas indutivas. 2.3. Controle dos InjetoresDrivers independentes para cada cilindro: Cilindro 1: ECU pinos 42 e 43 Cilindro 2: ECU pinos 21 e 22 Cilindro 3: ECU pinos 23 e 24 Cilindro 4: ECU pinos 40 e 41 Localização: parte central e esquerda inferior da placa. Função: Comandar os injetores de alta pressão individualmente, garantindo o tempo e quantidade exata de injeção. 2.4. Controle da Válvula SCV (Suction Control Valve)SCV (+): ECU pino 10 Localização: lado direito central da placa. Função: Controlar a quantidade de combustível que entra na bomba de alta pressão, regulando a pressão do rail. 3. Testes e Diagnóstico3.1. Corpo de BorboletaTestar alimentação e aterramento do MC33186DH. Conferir sinais de comando nos pinos 116 e 118. Acionar via scanner e observar movimento da borboleta. 3.2. EGRMedir resistência do motor DC da EGR. Verificar comando nos pinos 7 e 8 durante atuação. 3.3. InjetoresTestar resistência e isolamento das bobinas dos injetores. Confirmar sinal PWM nos pares de pinos de cada cilindro durante partida. 3.4. SCVMedir resistência da bobina da SCV. Conferir tensão de acionamento no pino 10 durante funcionamento. 4. Defeitos ComunsQueima do MC33186DH por travamento mecânico do corpo de borboleta. Drivers dos injetores em curto por sobrecorrente. Falha nos MOSFETs da EGR causada por sobrecarga. Circuito da SCV aberto causando erros de pressão no rail.
  7. 3. Testes e Diagnóstico3.1. Teste do Motor do AceleradorMedir continuidade e isolamento dos pinos 116 e 118 até os terminais do conector do corpo de borboleta. Testar acionamento via scanner em modo atuadores. 3.2. Teste da EGRVerificar resistência do motor DC da EGR entre pinos 7 e 8. Acionar via scanner e observar resposta. 3.3. Teste dos InjetoresMedir resistência das bobinas de cada injetor. Usar osciloscópio para confirmar pulso durante a partida. 3.4. Teste da SCVMedir resistência da válvula e conferir tensão no pino 10 durante funcionamento. 4. Defeitos ComunsQueima de MOSFETs dos injetores por sobrecorrente. Falha no MC33186DH, causando perda de comando do corpo de borboleta. Drivers da EGR danificados por travamento mecânico da válvula. Circuito da SCV aberto ou em curto, causando erro de pressão no rail. 5. Mapa Mental da ECU L200 Triton – Modelo 1 Uploading Attachment...
  8. ROTEIRO TÉCNICO – ECU MITSUBISHI DENSO L200 TRITON – MODELO 11. Visão GeralA ECU Mitsubishi Denso da L200 Triton Modelo 1 gerencia todos os atuadores e sensores do motor, incluindo: Controle do corpo motorizado do acelerador Atuação da válvula EGR (motor DC) Acionamento dos injetores de cada cilindro Controle da válvula SCV (Suction Control Valve) O layout das imagens destaca os setores de potência responsáveis por cada função, permitindo diagnóstico direcionado e reparos de precisão. 2. Mapeamento dos Principais Circuitos e Funções2.1. Controle do Motor do AceleradorControle (+): ECU pino 116 Controle (-): ECU pino 118 Setor localizado próximo à borda superior direita da placa, com drivers MOSFET e circuitos de proteção. Função: Comandar a abertura e fechamento da borboleta do corpo motorizado. 2.2. Controle da EGR (Motor DC)EGR Motor (+): ECU pino 8 EGR Motor (-): ECU pino 7 Localizado próximo à área central-esquerda da placa, com drivers dedicados e proteção contra sobrecorrente. Função: Acionar a válvula EGR para recirculação dos gases, ajustando emissões e eficiência. 2.3. Controle dos InjetoresCada injetor possui driver dedicado: Cilindro 1: ECU pinos 42 e 43 Cilindro 2: ECU pinos 21 e 22 Cilindro 3: ECU pinos 23 e 24 Cilindro 4: ECU pinos 40 e 41 Drivers de alta potência para acionamento piezoelétrico/solenóide, com dissipadores próximos para controle térmico. 2.4. Controle da Válvula SCVSCV (+): ECU pino 10 Localizado próximo à parte central da placa, com ligação ao bloco de drivers responsável por pressurizar o sistema de alimentação de combustível. Função: Controlar a pressão do rail ajustando a abertura da válvula de sucção da bomba de alta pressão. 2.5. Corpo Motorizado – CI MC33186DHDriver inteligente para motor DC bidirecional, identificado no layout como responsável pelo corpo motorizado. Possui proteção contra sobrecorrente, sobretemperatura e diagnóstico interno. Recebe comando do processador e aciona diretamente o motor do corpo de borboleta.
  9. 3. Testes e Diagnóstico3.1. Teste de Acionamento das UIsVerificar 24V no pino 2 dos MOSFETs 25N06. Testar saída pulsante de 5V do gerenciador nos pinos correspondentes de cada cilindro. Osciloscópio deve mostrar onda quadrada sincronizada com a rotação. 3.2. Teste do Circuito ComumConfirmar chaveamento do 40N06 e do 620TG para cada grupo de três UIs. Se um banco falha, investigar primeiro esses dois componentes. 3.3. Teste do Sistema de PartidaConfirmar sinal de 5V nos pinos 24 e 74 do processador. Verificar acionamento sequencial dos transistores NPN e PNP até a saída no pino 18. 3.4. Teste dos SensoresMedir sinal AC nos pinos 19 (rotação) e 20 (fase). Conferir conversão para sinal digital nos pinos 56 e 57 do processador. 4. Defeitos ComunsMOSFETs 25N06 em curto devido a sobrecorrente nas UIs. Falha no 40N06 ou 620TG causando ausência de negativo ou positivo comum. Regulador 42712G sem saída de 5V. Conversor A/D defeituoso impedindo leitura dos sensores. Oxidação nas áreas de entrada de sinal. 5. Tabela Resumo – Drivers e FunçõesComponente Função Observação 25N06 Positivo individual UI Cil. 1 a 6 40N06 Negativo comum Grupo 1-3 e 4-6 620TG Positivo comum Grupo 1-3 e 4-6 N469AC Controle partida NPN N469AB Controle partida PNP 42712G Regulador 5V HC14 Inversor fase/rotação B10011S Interface CAN
  10. or HC14 ajusta a polaridade para o formato adequado de processamento. Forma de onda esperada: sinal quadrado digitalizado, com transições nítidas no osciloscópio. 2.5. Regulador de Tensão 5VCI 42712G: Pino 1: entrada de 8 a 10V. Pino 4: aterramento. Saída: 5V estabilizados para a lógica (processador, memórias, CIs auxiliares). Falhas neste regulador resultam em resets ou ECU sem funcionamento. 2.6. Comunicação CANFiltro de Linha B827990 – atenua ruídos nas linhas de alta e baixa. CI B10011S – decodifica o protocolo CAN: Entradas: pinos 2 e 11. Permite comunicação com outros módulos (painel, ABS, transmissão). Sinais no osciloscópio: dois canais com ondas quadradas complementares.
  11. 6. Tabela Resumo – Drivers e FunçõesComponente Função Observação 25N06-45L UI individual Cil. 1,3,4,5,6 – saída 24V 40N06-25L Negativo comum Bancos 1-3 e 4-6 620TG Positivo comum Alimenta cada banco 4271-2G Regulador 5V Lógica ECU B10011S CAN Decodificação
  12. 3. Testes Práticos e Diagnóstico3.1. Teste de Alimentação das UIsCom ECU ligada: Medir 24V no pino 2 dos MOSFETs 25N06-45L. Confirmar acionamento negativo pelo MOSFET 40N06-25L durante comando. 3.2. Teste de AcionamentoUsar osciloscópio nos pinos de comando do gerenciador de UIs: Forma de onda quadrada, amplitude 5V, frequência variável conforme rotação. 3.3. Teste Regulador 5VMedir pino 7 do CI 4271-2G: deve haver 5V estáveis. Se ausente, verificar tensão de entrada e pino de reset. 4. Defeitos ComunsMOSFET 25N06 em curto por sobrecorrente na UI. Falha no 40N06-25L causando perda do negativo comum. Regulador 4271-2G instável, causando resets e falha de comunicação. Trilha rompida entre gerenciador e MOSFETs por aquecimento. Oxidação na área dos filtros de rotação/fase.
  13. 1. Visão GeralA ECU Bosch PLD utilizada nos motores Mercedes OM457 é projetada para controlar individualmente cada Unidade Injetora (UI) através de circuitos MOSFET de alta potência, garantindo injeção precisa de combustível sob alta pressão. Além do controle de injeção, a ECU gerencia a partida, leitura de sensores de rotação e fase, comunicação CAN e regulagem de tensão interna. 2. Setores e Funções2.1. Controle das Unidades Injetoras (UIs)MOSFETs 25N06-45L (cilindros 1, 3, 5, 6 e 4) – acionamento positivo de 24V. Pino 1: sinal de comando (-5V ou +5V, conforme o cilindro) Pino 2: alimentação 24V Pino 3: saída para UI correspondente no conector (pinos 54, 53, 45, 44 e 38)Mercedes_PLD_OM457 UNID…. Circuitos Comuns – cada conjunto de 3 UIs possui: MOSFET 40N06-25L – comanda negativo comum das UIs (1-3 ou 4-6). 620TG – fornece positivo comum 24V para o banco de UIs, ligado diretamente ao conectorMercedes_PLD_OM457 UNID…. Cada banco (1/2/3 e 4/5/6) tem controle separado, o que facilita diagnóstico e reparo isolado. 2.2. Regulador de TensãoCI 4271-2G – regula a tensão de entrada (8V-10V) para 5V estáveis para a lógica da ECUMercedes_PLD_OM457 REGU…. Pino 1: entrada 8V-10V Pino 3: saída de reset Pino 4: aterramento Pino 7: saída de 5V estabilizados. 2.3. Circuito de PartidaSinal de partida é gerado pelo processador e enviado a um transistor NPN, que aciona o MOSFET de potência. MOSFET comanda a saída para o relé de partida via conector, garantindo a energização do motor de arranque. Sinal é espelhado em dois pinos do processador para redundância. 2.4. Sensores de Rotação e FaseEntrada de rotação: pino 19 do conector (PLD 55 vias). Entrada de fase: pino 20 do conector. Ambos passam por filtros RC (capacitores e resistores) para eliminar ruído. CI conversor A/D transforma sinal analógico em digital. Sinais são liberados para o processador nos pinos 56 (rotação) e 57 (fase). 2.5. Comunicação CANFiltro CAN – remove interferências das linhas de alta e baixa. CI B10011S – decodifica protocolo CAN: Entradas: pinos 2 e 11 (portas de comunicação). Permite troca de dados com outros módulos (transmissão, painel, etc.).
  14. 6. Tabela Resumo – Drivers e FunçõesNº Componente Função 01 Transistores PNP Alimentação MOSFETs 02-07 MOSFETs 25N06 Positivo das UIs 08-09 MOSFETs 40N06 Negativo das UIs 10 Regulador 5 V Alimentação lógica 11 Relé de Partida Acionamento motor de arranque 12 Gerenciador UI Disparo MOSFETs 13 CAN Comunicação rede 14 K-Line Comunicação scanner 15 CPU Processamento 16 Flash Software e mapas 17 CPU Aux Funções de apoio
  15. 3. Diagnóstico e Testes Práticos3.1. Teste de Alimentação das UIsAlimentar a ECU no simulador. Medir nos pinos 5 e 6 do conector: devem apresentar 24 V. Caso não haja tensão, verificar transistores de alimentação e resistores de 120 Ω. 3.2. Teste de Acionamento das UIsUsar osciloscópio nos pinos de comando do gerenciador (7, 8, 9, 13, 14 e 16). Sinal esperado: onda quadrada de 5 V, variando conforme o disparo de cada UI. 3.3. Teste do Circuito de PartidaAcionar a partida e medir o comando no relé (componente 11). Confirmar saída de sinal do processador (pinos 24 e 74). 3.4. Teste dos Sensores de Rotação/FaseMedir nos pinos 19 e 20 para presença de sinal alternado dos sensores. Conferir saída digital nos pinos 56 e 57 do processador. 4. Defeitos ComunsQueima dos MOSFETs 25N06 por sobrecorrente nas UIs. Falha no regulador de 5 V, causando reset intermitente. Oxidação na região dos capacitores de filtro dos sensores. Trilha rompida entre gerenciador e MOSFETs por sobreaquecimento. Falha nos transistores de alimentação das UIs, resultando em ausência de 24 V.
  16. 1. Visão Geral da ECU PLDA ECU Bosch PLD Fase 1, utilizada em motores Mercedes OM906 e OM457, é responsável pelo controle preciso das Unidades Injetoras (UI), partida, gerenciamento de rotação e fase, comunicação com a rede CAN e gerenciamento de alimentação. Sua arquitetura utiliza drivers MOSFET de alta corrente, processador principal e auxiliar, gerenciadores dedicados para as UIs e circuitos de filtragem e conversão de sinais dos sensores. 2. Setores e Componentes Identificados2.1. Controle das Unidades InjetorasComponentes 02 a 07: MOSFETs 25N06 responsáveis pelo acionamento positivo (25 V) das Unidades Injetoras dos cilindros 1 a 6. Componentes 08 e 09: MOSFETs 40N06 para acionamento negativo das UIs (comum 1-3 e 4-6). Componente 01: Transistores de alimentação dos MOSFETs PNP, garantindo 24 V para as UIs. Gerenciador das UIs (Componente 12): Recebe comandos do processador e executa disparos nos MOSFETs, enviando sinais pelos pinos 7, 8, 9, 13, 14 e 16. Resistores de 120 Ω: Limitam corrente no gate dos MOSFETs principais, protegendo o circuito de sobrecarga. 2.2. Circuito de PartidaComponente 11: Relé de partida, comandado pelo processador (pinos 24 e 74), enviando o sinal para ativação do motor de arranque. Rota de sinal: Processador → transistor driver → relé de partida → terminal de saída para o sistema de arranque. 2.3. Leitura de Sensores de Rotação e FaseFiltros de entrada: Capacitores ligados aos pinos 19 (rotação) e 20 (fase) do conector de 55 vias. CIs de conversão: Dois circuitos integrados distintos, um para cada sensor: Entrada analógica (pino 6 do CI) → retificação → conversão digital (pino 7) → saída para processador (pinos 56 e 57). Função: Garantir leitura estável, eliminando ruídos e ajustando o formato do sinal para o processador. 2.4. Comunicação e Rede CANComponente 13: Decodificador de protocolo CAN, traduzindo dados do barramento para a ECU. Componente 14: CI de comunicação K-Line, usado para diagnósticos via scanner. 2.5. Processamento e MemóriaComponente 15: Processador principal – executa a lógica de controle de injeção, partida e diagnósticos. Componente 16: Memória Flash – armazena software e mapas de injeção. Componente 17: Processador auxiliar – funções de apoio, diagnóstico e redundância. 2.6. Regulador de Tensão e AlimentaçõesComponente 10: Regulador de 5 V para alimentação da lógica digital e sensores. Teste prático: Com o módulo ligado, medir tensão nos pinos 5 e 6 (positivo) e pinos 9 e 11 (terra). Deve haver ~24 V. Transistores de alimentação: Dois transistores dedicados para fornecer 24 V aos MOSFETs das UIs (cilindros 1-3 e 4-6).
  17. 1️⃣ Visão GeralA ECU Bosch PLD para motores Mercedes OM906/457 gerencia seis unidades injetoras individuais, além de sistemas de fase, rotação, comunicação (CAN/Linha K) e controle de partida. Sua arquitetura é baseada em módulos de potência separados para cada unidade, interligados a um circuito comum de alta corrente que fornece os 24V necessários para o acionamento dos injetores. 2️⃣ Unidades Injetoras – Controle IndividualConforme o mapeamento de conexões fornecidoMercedes_PLD_OM906 UNID…: Unidade Injetora Pino de Controle no Gerenciador Alimentação Pino de Sinal (Conector 1) UI 1 7 24V 54 UI 2 9 24V 47 UI 3 8 24V 53 UI 4 16 24V 38 UI 5 13 24V 45 UI 6 14 24V 44 Cada unidade é acionada por um MOSFET de potência (LR2705) controlado diretamente pelo Gerenciador das Unidades, que recebe comando lógico do processador principal. 3️⃣ Circuito Comum das UnidadesO sistema é dividido em dois conjuntos: Comum 1/2/3 → BYW51 + SUB60N06 Pino 28 do Gerenciador → SUB60N06 (aterramento e chaveamento do comum). Comum 4/5/6 → BYW51 + NTB60N06G Pino 18 do Gerenciador → NTB60N06G. Função: fornecer o retorno negativo chaveado para todos os injetores, controlando o momento exato da injeção. 4️⃣ Proteção e MonitoramentoDiodos BYW51 → Proteção contra retorno de corrente. MOSFETs SUB60N06 / NTB60N06G → Comutação de alta corrente, dissipadores conectados para controle térmico. Sensores internos → Monitoram sobrecorrente e sobretemperatura, evitando danos. 5️⃣ Sincronismo de InjeçãoSensores de Fase e Rotação: Rotação → pino 19 do conector PLD (e pino 20 para redundância). Fase → Sinal tratado por resistores de 2,2 kΩ e inversores de polaridade antes de chegar ao processador. O processador central correlaciona fase + rotação para determinar o instante de disparo de cada UI. 6️⃣ Comunicação e Rede CANDriver de rede CAN → Transceiver responsável por troca de dados com módulo de cabine e demais sistemas. Linha K → Comunicação com scanners e diagnóstico direto na ECU. 7️⃣ Controle de PartidaProcessador libera sinais digitais nos pinos 24 e 74 para ativação do relé de partida. Sinais são espelhados (duplicados) para redundância. 8️⃣ Circuito Comum aos Injetores – DiagnósticoPinos 38 e 39 devem apresentar forma de onda de 5 V de referência. Falhas comuns: MOSFET travado em curto → injetores ativos continuamente. Sem pulso nos pinos 38/39 → possível defeito no gerenciador das unidades. 9️⃣ Procedimento de Teste em BancadaAlimentar ECU com 24 V e simular sinais de fase/rotação. Monitorar saída nos pinos de comando das UIs. Verificar se o circuito comum chaveia adequadamente. Testar comunicação via CAN/Linha K. Avaliar resposta do relé de partida. 📌 Sugestão de Mapa Mental para AulaAlimentação e Proteção Gerenciamento Individual das UIs Circuito Comum 1/2/3 e 4/5/6 Sensores de Sincronismo Comunicação e Diagnóstico Controle de Partida Testes e Diagnósticos em Bancada 📊 Tabela Resumo de Drivers e FunçõesNº Componente Função 1 LR2705 MOSFET das UIs (1 a 6) 2 BYW51 Proteção contra retorno de corrente 3 SUB60N06 Comum das UIs 1/2/3 4 NTB60N06G Comum das UIs 4/5/6 5 Driver CAN Comunicação rede 6 Driver Linha K Comunicação diagnóstica 7 Relé de Partida Acionamento motor de arranque 8 Processador Central Lógica de controle 9 Processador Auxiliar Gerenciamento dedicado de injeção
  18. 9️⃣ Procedimento de Teste em BancadaAlimentar ECU com 24 V e simular sinais de fase/rotação. Monitorar saída nos pinos de comando das UIs. Verificar se o circuito comum chaveia adequadamente. Testar comunicação via CAN/Linha K. Avaliar resposta do relé de partida. 📊 Tabela Resumo de Drivers e FunçõesNº Componente Função 1 LR2705 MOSFET das UIs (1 a 6) 2 BYW51 Proteção contra retorno de corrente 3 SUB60N06 Comum das UIs 1/2/3 4 NTB60N06G Comum das UIs 4/5/6 5 Driver CAN Comunicação rede 6 Driver Linha K Comunicação diagnóstica 7 Relé de Partida Acionamento motor de arranque 8 Processador Central Lógica de controle 9 Processador Auxiliar Gerenciamento dedicado de injeção
  19. 7️⃣ Controle de PartidaProcessador libera sinais digitais nos pinos 24 e 74 para ativação do relé de partida. Sinais são espelhados (duplicados) para redundância. 8️⃣ Circuito Comum aos Injetores – DiagnósticoPinos 38 e 39 devem apresentar forma de onda de 5 V de referência. Falhas comuns: MOSFET travado em curto → injetores ativos continuamente. Sem pulso nos pinos 38/39 → possível defeito no gerenciador das unidades.
  20. 5️⃣ Sincronismo de InjeçãoSensores de Fase e Rotação: Rotação → pino 19 do conector PLD (e pino 20 para redundância). Fase → Sinal tratado por resistores de 2,2 kΩ e inversores de polaridade antes de chegar ao processador. O processador central correlaciona fase + rotação para determinar o instante de disparo de cada UI. 6️⃣ Comunicação e Rede CANDriver de rede CAN → Transceiver responsável por troca de dados com módulo de cabine e demais sistemas. Linha K → Comunicação com scanners e diagnóstico direto na ECU.
  21. 3️⃣ Circuito Comum das UnidadesO sistema é dividido em dois conjuntos: Comum 1/2/3 → BYW51 + SUB60N06 Pino 28 do Gerenciador → SUB60N06 (aterramento e chaveamento do comum). Comum 4/5/6 → BYW51 + NTB60N06G Pino 18 do Gerenciador → NTB60N06G. Função: fornecer o retorno negativo chaveado para todos os injetores, controlando o momento exato da injeção. 4️⃣ Proteção e MonitoramentoDiodos BYW51 → Proteção contra retorno de corrente. MOSFETs SUB60N06 / NTB60N06G → Comutação de alta corrente, dissipadores conectados para controle térmico. Sensores internos → Monitoram sobrecorrente e sobretemperatura, evitando danos.
  22. 1️⃣ Visão GeralA ECU Bosch PLD para motores Mercedes OM906/457 gerencia seis unidades injetoras individuais, além de sistemas de fase, rotação, comunicação (CAN/Linha K) e controle de partida. Sua arquitetura é baseada em módulos de potência separados para cada unidade, interligados a um circuito comum de alta corrente que fornece os 24V necessários para o acionamento dos injetores. 2️⃣ Unidades Injetoras – Controle IndividualConforme o mapeamento de conexões fornecidoMercedes_PLD_OM906 UNID…: Unidade Injetora Pino de Controle no Gerenciador Alimentação Pino de Sinal (Conector 1) UI 1 7 24V 54 UI 2 9 24V 47 UI 3 8 24V 53 UI 4 16 24V 38 UI 5 13 24V 45 UI 6 14 24V 44 Cada unidade é acionada por um MOSFET de potência (LR2705) controlado diretamente pelo Gerenciador das Unidades, que recebe comando lógico do processador principal.
  23. 5. Funções-Chave e DiagnósticoInjetores Piezo: Alta tensão gerada pelo circuito de potência; falhas comuns incluem perda de capacitância ou defeito no CI controlador. Regulador de Tensão: Defeitos geram perda de alimentação lógica (ECU “morta”). Sensor MAP/IAT: Problemas afetam pressão de turbo e cálculo de carga. Relé Principal: Acionamento e desligamento do sistema; defeitos causam ausência de partida. Comunicação CAN: Responsável pela integração com ABS, BCM e módulo de transmissão.
  24. 3. Módulo de Potência – Lado TraseiroNº Função 01 Circuito de proteção e auxílio para injetores piezoelétricos – responsável por elevar tensão e manter a energia durante o tempo de disparo. 015 CI 0693N2W – Gerenciador dos piezo injetores, com pinos dedicados a cada cilindro: 1- Cilindro 1 2- Cilindro 4 3- Cilindro 3 4- Cilindro 2 9- Comum 1/2/3/4. 4. Pinagem e Interfaces (Conectores A, B e C)Conector A: Sensor MAP e IAT Linha CAN A Interruptor do pedal da embreagem Injetores (1, 2, 3, 4) Comum das unidades 1/2/3/4 CKP (sensor de rotação) Alimentação Linha 30 Válvula de pressão do combustível Conector B: Sensores de temperatura do motor e do combustível Bomba de combustível Aterramento Relé da bomba de combustível Válvula de volume do combustível Conector C: Sensor de pressão do combustível Sensor de posição do comando de válvulas (CMP) Módulo de controle de tração Sensor do pedal do acelerador Relé de partida
  25. 2. Componentes e Funções (Placa Lógica – Lado Frontal)Nº Componente Função 01 Processador SAKC167CS Executa as funções de gerenciamento do motor, cálculos de injeção, controle de turbo, EGR, etc. 02 EPROM AM29BL802CB Memória de dados e mapas de injeção; contém parâmetros calibrados. 03 CI A2C36468 Regulador de tensão principal, converte 24V para 5V e alimenta os circuitos lógicos. 04 CI AM38 Controle da válvula de pressão do combustível e relé principal. 05 MPXH6115A Sensor de pressão atmosférica integrado à ECU, usado para correção de injeção e diagnóstico. 06 CI 62506 Interface do conector de diagnóstico e comunicação CAN/K-Line. 07 Transistor N° N523AL Comum aos injetores 1/2/3/4. 08 Transistor N° N523AL Driver individual do injetor 3. 09 Transistor N° N523AL Driver individual do injetor 1. 10 Transistor N° N523AL Driver individual do injetor 4. 11 Transistor N° N523AL Driver individual do injetor 2.

Account

Navigation

Pesquisar

Pesquisar

Configure browser push notifications

Chrome (Android)
  1. Tap the lock icon next to the address bar.
  2. Tap Permissions → Notifications.
  3. Adjust your preference.
Chrome (Desktop)
  1. Click the padlock icon in the address bar.
  2. Select Site settings.
  3. Find Notifications and adjust your preference.